Domingo, 13 de Outubro de 2013
Veja 5 motivos pelos quais a maior parte das dietas falha

A maioria das pessoas associa a palavra “dieta” à privação. Uma pesquisa divulgada nesta semana, encomendada por uma companhia alimentícia do Reino Unido mostrou que duas a cada cinco pessoas que fazem dieta regularmente desistem logo nos primeiro sete dias. Além disso, apenas 20% destas conseguem seguir firme até o terceiro mês. As informações são do site Health.com.

 

Muitas pessoas também aliam as dietas à malhação na busca pela perda de peso, mas não conseguem manter a rotina a longo prazo. A solução, de acordo com a especialista em dieta e nutrição Cynthia Sass, é identificar as armadilhas e implementar estratégias para perder peso de forma sustentável. Veja 5 dicas importantes neste sentido.

 

1. Rebelião do corpo
Dietas drásticas ou muito restritas podem provocar mudanças de humor, dores de cabeça, fadiga física e mental, irritabilidade, problemas digestivos e confusão mental. Ninguém quer se sentir dessa forma, e o fato é que mudando a dieta para melhor você deveria se sentir, ao contrário: energizado, feliz e lúcido.

 

Solução: revisite sua história e tente não repetir antigos erros. Você conhece seu corpo melhor do que ninguém, ou seja, sabe exatamente o que não funciona. Na maior parte dos casos, dietas baseadas em pouquíssimas calorias ou em baixo carboidrato são as maiores culpadas.

 

Adicionar pequenos lanches entre as refeições, comer porções menores e incluir frutas ao cardápio são apenas algumas das práticas corretas a serem feitas. Embora pareça estranho, é necessário comer mais quando se quer perder peso. Isso porque restringir muito o número de calorias ingeridas pode comprometer o seu metabolismo. Para não errar, tente o equilíbrio: não coma muito, nem muito pouco.

 

2. Com fome
Sentir fome cinco minutos depois que você comeu, ou mesmo uma hora depois, não é necessário para manter suas curvas. Na verdade, a fome crônica indica que sua dieta não está balanceada, o que pode fazer com que o corpo conserve mais energia e dificulte a perda de peso.

 

Solução: inclua em sua alimentação itens que aumentam a sensação de saciedade, ricos em proteína magras (ovos orgânicos, peixe, aves, feijão e lentilha); fibras (frutas, vegetais, grãos integrais, feijão e lentilha) e gordura boa (abacate, nozes, sementes, azeite extra virgem e óleo de coco).

 

Outra boa estratégia é apostar em alimentos que possam ser ingeridos em volume maior sem trazer muitas calorias, como frutas e vegetais frescos e ricos em água; além de alimentos ricos em amido, como pipoca orgânica.

 

fonte:http://saude.terra.com.br/



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Domingo, 15 de Setembro de 2013
Dieta mediterrânica pode prevenir demência

Um estudo feito pela Escola de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, revela que seguir uma dieta mediterrânica faz bem à mente

O grupo de investigadores afirma, segundo o jornal britânico ‘Daily Mail’, que quem consome regularmente frutas, vegetais, nozes, peixe e azeite tem um menor risco de desenvolver doenças relacionadas com o avançar da idade, tais como a demência e Alzheimer.

Em nove dos 12 casos analisados, os objectos de estudo seguiam uma dieta mediterrânica, estando esta associada a um melhor desenvolvimento cognitivo, níveis mais baixos de dificuldades cognitivas e a um menor risco de aparecimento da doença de Alzheimer.

No entanto, Iliana Lourida, responsável pela investigação, que se baseou em estudos anteriores, admite que ainda é preciso aperfeiçoar algumas partes desta pesquisa, uma vez que os resultados para a fase de perda de faculdades cognitivas (antes de se ter Alzheimer ou demência) foram inconsistentes.

“A nossa avaliação revela algumas inconsistências presentes em estudos anteriores (…) Foram feitos estudos com base na observação, agora é necessário fazer um ensaio clínico randomizado controlado (método usado para testar a eficácia de uma dada abordagem terapêutica) para confirmar todas estas pesquisas”, explicou. 

fonte:http://www.sabado.pt/



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Quinta-feira, 22 de Agosto de 2013
Contar calorias dos alimentos pode ser inútil na dieta, diz estudo

Se você quer perder peso e vive contabilizando cada uma das calorias que ingere, repense. Isso porque, segundo especialistas, grande parte dos dados nutricionais nos rótulos se baseia na ciência do século 19. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

 

Além disso, a forma como a comida é preparada – além do metabolismo individual de cada um – podem acarretar uma enorme diferença na quantidade de calorias que realmente foi ingerida.

 

Um estudo mostrou que uma porção de amêndoas cruas, por exemplo, pode ter menos calorias do que as indicadas no rótulo; em contrapartida, a ingestão de alimentos processados e cereais açucarados pode ultrapassar o número de calorias estampada nas informações nutricionais.

 

Os pesquisadores observaram que ratos que foram alimentados com batata doce crua perderam mais do que 4 gramas, enquanto que os que receberam a mesma quantidade do alimento cozido acabaram engordando.

 

Outro problema é que mesmo quando o alimento é cozido da mesma forma, cada sistema digestivo processa de uma maneira, graças ao tipo e à abundância de bactéria no intestino. Os obesos têm um excesso de certos tipos de bactérias do intestino, tornando-os mais eficientes na absorção de calorias. 

fonte:http://saude.terra.com.br/



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Domingo, 27 de Janeiro de 2013
Dieta com alimentos do Brasil reduz risco cardíaco

A ideia é substituir os alimentos da dieta mediterrânea por ingredientes brasileiros, mais baratos, respeitando as características regionais do país

 

A ideia é simples: substituir os alimentos da dieta mediterrânea por ingredientes brasileiros, mais baratos, respeitando as características regionais do País. Foi assim que nasceu a dieta cardioprotetora brasileira, num projeto do Hospital do Coração (HCor) em parceria com o Ministério da Saúde.


Os resultados, publicados em dezembro na revista científica Clinics, são otimistas: mostraram que os pacientes que receberam a dieta adaptada conseguiram perder peso e reduzir os índices de pressão arterial, a glicemia, o triglicérides e o índice de massa corporal (IMC).

Pacientes dos grupos-controle, que receberam a dieta mediterrânea, também melhoraram os índices, mas de maneira menos intensa. Agora a pesquisa será ampliada e realizada em 40 hospitais do Brasil, exclusivamente com pacientes do SUS.

A dieta mediterrânea é reconhecida por seu efeito protetor ao coração. Ela é composta por alimentos típicos de países banhados pelo Mar Mediterrâneo e baseada no alto consumo de peixes, frutas, legumes, cereais e azeite. Também estimula o consumo moderado de vinho.

Como parte desses alimentos é importada e cara para a população em geral, a proposta do ministério ao HCor foi a de criar um cardápio que conseguisse adaptar a dieta mediterrânea aos hábitos alimentares brasileiros, especialmente às pessoas das classes C e D, e testar se essa adaptação promoveria o mesmo efeito cardioprotetor.

"Essa é uma dieta direcionada para um público mais vulnerável, por isso precisava de uma abordagem especial. A gente espera aumentar a adesão por ser financeiramente mais acessível, já que valoriza alimentos regionais", diz Eduardo Fernandes Nilson, coordenador-substituto de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

A equipe de nutricionistas do HCor adaptou mais de cem receitas à realidade brasileira: salmão e atum foram trocados por pescada e sardinha; azeite extravirgem por óleo de soja; nozes por castanhas do Pará; queijo branco no lugar do amarelo; e leite desnatado em vez de integral.

"Temos grande diversidade de legumes, verduras, frutas e peixes. Selecionamos esses alimentos, disponíveis no Brasil inteiro, e adequamos para uma dieta", afirma Maria Beatriz Ross, nutricionista do Hcor.


Bandeira do Brasil

O cardápio adaptado contempla todos os tipos de alimentos. O diferencial é que eles foram divididos em três cores, de acordo com a bandeira brasileira: verde (frutas, verduras, legumes e desnatados), amarelo (pães, massas, arroz e batata) e azul (carnes, peixes e aves). A ideia é pensar na bandeira na hora de montar o prato, respeitando a proporção das cores.

"Alimentos do grupo verde devem ser consumidos em maior quantidade, os amarelos de forma moderada e os do grupo azul em menor quantidade. Usamos a bandeira como referência para facilitar o entendimento e a adesão dos pacientes", diz Beatriz.

Para iniciar o projeto-piloto, o hospital selecionou 120 pacientes após evento cardiovascular. Eles foram divididos em três grupos: um recebeu a dieta adaptada e orientação da nutricionista toda semana; outro recebeu a dieta mediterrânea e orientação semanal; e o último recebeu dieta mediterrânea e acompanhamento nutricional mensal.

Eles foram monitorados por três meses. "A ideia era avaliar os efeitos bioquímicos nos pacientes que receberam a dieta adaptada e descobrir a influência do acompanhamento da nutricionista no processo", diz.

Segundo Beatriz, os resultados da fase-piloto são animadores porque mostram redução dos fatores de risco em todos os pacientes do grupo que recebeu a nova dieta. "O número de pessoas com sobrepeso e obesidade no grupo que teve a intervenção da dieta adaptada caiu, o que não aconteceu de maneira significativa nos outros grupos."

A redução da pressão arterial também surpreendeu as pesquisadoras. "Todos tomam medicação para controlar a pressão. Ainda assim, os índices melhoraram, o que mostra que uma alimentação saudável e acessível pode ajudar a pessoa a reduzir o uso de remédios", avalia.

Carlos Magalhães, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), apoia a proposta. "Por enquanto, a dieta mediterrânea é a que mostra melhores resultados na prevenção de eventos cardiovasculares. Se conseguirmos adaptá-la à nossa realidade, será muito mais fácil conseguir a adesão da população", diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


fonte:http://exame.abril.com.br/





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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2013
Veja algumas das dietas 'milagrosas' mais estranhas da história

Nesta semana, um ministro do governo britânico foi um dos últimos a alertar as pessoas sobre os perigos das dietas "milagrosas", mas isso não impediu que tais regimes ganhassem popularidade no mundo inteiro através dos séculos. A história mostra que desde os tempos de gregos e romanos os seres humanos já adotavam rotinas de restrições alimentares.

Mas, se por um lado naquela época os regimes eram baseados na preocupação exclusiva com a saúde física e mental, foram os vitorianos que deram o pontapé inicial nas chamadas "dietas milagrosas", como as adotadas por celebridades e rapidamente difundidas nos quatro cantos do planeta.

"A palavra grega diatia, da qual deriva a palavra dieta, descrevia todo um estilo de vida", disse Louise Foxcroft, historiadora e autora do livro Calories and Conserts: A History of Dieting Over 2,000 years (ou Calorias e Espartilhos: Uma História da Dieta através de 2 mil anos, em tradução livre).

"A prática da dieta na Antiguidade era vista como uma forma de melhorar a saúde física e mental. As pessoas realmente pegaram um gosto por essas dietas ditas milagrosas no século 19. Foi durante esse tempo que começou a haver uma preocupação excessiva com a estética e, assim, a indústria do regime explodiu", explicou Foxcroft.

Portanto, quais são as dietas milagrosas mais estranhas e prejudiciais à saúde da história?

Mastigue e salive bastante

Na virada do século 20, o americano Horace Fletcher popularizou a ideia de que uma das maneiras mais efetivas de perder peso era mastigar e cuspir bastante. O fletcherismo, como foi chamado seu processo de emagrecimento, dizia que as pessoas deveriam mastigar a comida até todas as calorias fossem "extraídas" e depois cuspir o material fibroso que restou.

Fletcher detalhava minuciosamente quantas mastigadas a pessoa tinha de dar para cada tipo de comida. Segundo ele, um determinado tipo de alho, por exemplo, teria de ser mastigado em torno de 700 vezes.

Por mais estranha que pudesse parecer, a dieta do americano tornou-se bastante popular e atraiu vários seguidores famosos, como os escritores Henry James e Franz Kafka. Segundo Foxcroft, o regime chegava ao ponto de cronometrar os jantares de modo que as pessoas mastigassem a comida.

"A dieta também previa que seu seguidor defecaria apenas uma vez a cada duas semanas e que seu cocô não teria odor. Pelo contrário, as fezes teriam um odor similar a 'biscostos recém-tirados do forno'", disse. "Fletcher carregava uma amostra de suas próprias fezes com ele para ilustrar o feito de sua dieta", acrescenta.

Dieta dos vermes

Também no início do século passado, uma dieta inusitada fez enorme sucesso. O regime previa a ingestão de tênias (ou solitárias) para emagrecer. A cantora de ópera Maria Callas teria sido uma das celebridades daquela época a ter comido parasitas para perder peso.

As pessoas que seguiam essa dieta deveriam ingerir ovos dos parasitas, frequentemente em forma de pílulas. A teoria baseava-se na ideia de que tão logo as tênias atingissem a maturidade no intestino dos pacientes, absorveriam a comida, dando início ao processo de emagrecimento, por vezes, acompanhado de diarreia e vômito.

Uma vez que o usuário atingisse o peso desejado, tomaria uma pílula para matar os parasitas que, no melhor dos casos, morreriam. A pessoa teria, então, de excretá-los, o que poderia causar complicações no abdômen e no reto.

O regime era arriscado em vários sentidos. Não apenas o parasita poderia crescer em até 9 metros de comprimento dentro do corpo do seguidor da dieta, como também poderia provocar inúmeras doenças, como dores de cabeça, problemas oftalmológicos, meningite, epilepsia e demência.

"Durante o século 19, a dieta tornou-se um grande negócio", disse a historiadora Annie Gray, especializada em nutrição. "A publicidade ficou cada vez mais sofisticadas, com mais e mais produtos dietéticos sendo colocados à venda." O boom da indústria da dieta também foi facilitado pelo crescimento no número de celebridades, dos meios de comunicação e dos novos medicamentos, acrescenta Foxcroft.

Arsênico

Remédios, pílulas de emagrecimento e 'poções mágicas' tornaram-se um grande negócio no século 19. Mas tais medicamentos normalmente continham ingredientes perigosos, incluindo arsênico e estricnina. "Eles foram alardeados como aceleradores do metabolismo, tal qual as anfetaminas", disse Foxcroft.

Apesar de a quantidade de arsênico nas pílulas ser pequena, era também muito perigosa. Não eram raras as vezes em que os seguidores dessa dieta tomavam uma dosagem acima da recomendada para perder peso mais rápido, morrendo por envenenamento. Além disso, o arsênico nem sempre aparecia na bula como um dos ingredientes do remédio, o que fazia com que as pessoas desconhecessem o que estavam tomando.

"Não havia muito controle sobre a venda de tais venenos naquela época e qualquer um podia obtê-los para todos os fins", afirmou Foxcroft. "Isso propiciou o surgimento de falsos médicos, que se diziam especialistas em dietas para promover e vender tais produtos. Muitas pessoas caíam nesse 'milagre de cura'", acrescenta.

Vinagre

As dietas de celebridades são mais antigas do se pensa. Lord Byron foi um dos primeiros ícones desse tipo de regime e ajudou a dar o pontapé na obsessão pública sobre como os famosos perdem peso.

Como as celebridades de hoje em dia, o poeta britânico trabalhava duro para manter a cintura. No início de 1800, ele popularizou um tipo de dieta que consistia majoritariamente na ingestão de vinagre.

A proposta desse regime era de que, para limpar o organismo das impurezas, a pessoa precisaria beber vinagre diariamente e comer batatas embebidas no líquido. Os efeitos colaterais incluíam vômito e diarreia.

Por causa da imensa influência cultural de Byron, havia muita preocupação sobre o efeito da dieta na juventude daquela época. Isso porque muitos escritores acabaram restringindo-se à alimentação composta por vinagre e arroz para tentar chegar ao estilo e à palidez de Byron. "Muitas de nossas meninas estão vivendo sua adolescência em semi-jejum", escreveu um crítico daquela época.

No início do século 19, os padrões de alimentação também se tornaram mais prescritivos, como a maneira de sentar-se à mesa ou promover um jantar, diz Gray. "Isso fez com que as pessoas começassem a se preocupar com o seu físico. A Rainha Vitória, da Inglaterra, por exemplo, vivia aterrorizada com seu peso."

Borracha

Em meados de 1800, o americano Charles Goodyear descobriu como melhorar a borracha além de seu estado natural por meio de um processo conhecido como "vulcanização". Com a Revolução Industrial e a produção em massa, o uso da borracha foi, de repente, expandido maciçamente.

A partir daí, foram fabricantes aos milhares ceroulas e espartilhos feitos do material. A ideia era de que a borracha disfarçaria o excesso de peso, mas, mais importante, esquentaria o usuário, fazendo-o suor e, eventualmente, perder peso. Tais peças de roupa eram usadas tanto por homens quanto por mulheres, diz Foxcroft.

"Naquela época, todo o tipo de roupa e tratamento era anunciado como uma maneira de perder peso", completa Gray. A dieta durou até a Segunda Guerra Mundial, quando a borracha passou a ser empregada exclusivamente no confronto.

 

fonte:http://saude.terra.com.br/



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Terça-feira, 23 de Outubro de 2012
Os alimentos "amigos" da dieta

Frutas com alto índice glicêmico, como manga, mamão e abacate devem ser substituídas pelas cítricas, que “ajudam” a queimar calorias, como melão, melancia, tangerina...

 

Seguir uma dieta exige disciplina e disposição para encontrar alternativas que promovam uma mudança de hábito. Até porque, perder peso e manter-se magro ou no peso ideal, é uma conquista que só é possível a partir de uma reeducação alimentar.


Para se conquistar essa tão desejada forma, alguns alimentos podem ser fortes aliados. Além de saborosos e nutritivos, muitos têm calorias negativas, ajudam no processo digestivo e atuam no metabolismo. São legumes, verduras e frutas que são amigos de quem está brigando com a balança.

Segundo a nutricionista Daniela Campi, a queima calórica durante o processo digestivo depende do metabolismo de cada pessoa, das enzimas e, claro, do que cada pessoa escolhe na hora da refeição. Mas no geral, alimentos com alto teor de fibras gastam mais energia durante a digestão. Frutas cítricas, como laranja, limão e grapefruit têm um gasto menor de efeito térmico do que o abacate, banana e caqui, que são mais suculentas, por exemplo. No caso dos legumes, o modo de preparo também é fundamental. Alimentos crus gastam mais energia na digestão que os cozidos.

O importante é buscar uma alimentação balanceada, que tenha representantes de todos os grupos de nutrientes. Frutas como ameixa, maçã e pêssego, por exemplo, ajudam a saciar a fome. Já para acelerar o metabolismo e queimar calorias, incluir no preparo de alimentos o gengibre, a pimenta e a canela, por exemplo, podem ajudar muito.

fonte:http://exame.abril.com.br/est




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Terça-feira, 14 de Agosto de 2012
Melancia, manga e pepino; veja 30 alimentos com calorias negativas

Nem todo alimento é inimigo da dieta e merece atenção redobrada na hora do consumo. Além de nutritivos, alguns legumes, verduras e frutas são aliados da balança e têm calorias negativas. Isso porque, eles possuem menos energia do que gastam durante a digestão. “É uma fração calórica destinada à própria digestão e metabolização, o que também é chamado de efeito térmico”, explica a nutróloga Liliane Oppermann.


O gasto calórico durante esse processo varia de uma pessoa para outra. De acordo com a nutricionista Daniela Campi, o número pode oscilar dependendo do metabolismo, enzimas e claro, do que colocamos no nosso prato. Mas no geral, alimentos com alto teor de fibras gastam mais energia durante a digestão.

“Frutas fibrosas como manga, papaia, damasco e morango têm um gasto maior de efeito térmico do que frutas como abacate, banana e caqui, que são mais suculentas. Até o estado de maturação de fruta influencia. Uma banana mais verde tem mais efeito térmico que a madura”, justifica Liliane. Além disso, o modo de preparo dos legumes também é fundamental. Alimentos crus gastam mais energia na digestão que os cozidos.

Sem dúvida, uma alimentação adequada deve ser equilibrada e conter todos os grupos de nutrientes, mas incluir frutas como melancia e maçã na dieta é uma ótima maneira de saciar a fome, acelerar o metabolismo e queimar calorias sem nenhum esforço. A seguir, confira 30 opções de alimentos que não oferecem preocupação com a tabela calórica e veja seus benefícios.

 
Abacaxi: rico em cálcio, potássio e vitaminas A, B e C, o abacaxi contém bromelaína, uma enzima que ajuda na digestão e pode dissolver coágulos no sangue. Por isso, além de auxiliar na dieta, a fruta ajuda a controlar a pressão arterial.
 
Abobrinha: composta de água (cerca de 90%), a abobrinha é diurética e rica em vitaminas A e C.
 
Agrião: rico em ferro, iodo, vitamina C e betacaroteno - um antioxidante que retarda o envelhecimento -, o agrião auxilia no sistema respiratório.
 
Alface: alimento ingerido como carro chefe nas dietas de emagrecimento, o alface é rico em potássio, cálcio, ferro e vitaminas A, B3 e C. Tem poder antioxidante e age como calmante para quem sofre de insônia.
 
Alho: alimento que ajuda a combater vírus, infecções e inflamações, além de auxiliar em problemas respiratórios, como asma e bronquite. É fonte de potássio, cálcio e magnésio.
 
Ameixa: tem propriedades antioxidantes, retarda o envelhecimento, estimula a digestão e combate a gripe. É rica em potássio, magnésio, cálcio, fibras, betacaroteno e vitaminas C e E.
 
Aspargo: rico em fibras, potássio e vitaminas B e C. Aumenta o sistema imunológico, tem poder antioxidante e anticancerígeno.
 
Berinjela: fonte de cálcio, fósforo, postássio, magnésio e vitaminas A, C e do complexo B, a berinjela é um agente redutor de colesterol no sangue.
 
Beterraba: alimento cheio de nutrientes, como proteínas, fibras, vitaminas A, B e C, ferro, potássio e zinco. Ajuda a combater anemia.
 
Brócolis: fonte de vitamina A e de sais minerais como cálcio, ferro e fibras. Brócolis tem poder antioxidante e anticancerígeno.
 
Cebola: fonte de vitamina C, potássio, cálcio, ferro e fósforo. Ajuda a prevenir gripe e auxilia em problemas estomacais e intestinais.
 
Cenoura: alimento rico em betacaroteno, fibras, cálcio, zinco e vitaminas A, C e E. Além de auxiliar a digestão, melhora a produção de sangue e, para as grávidas, aumenta a produção de leite.
 
Couve-flor: alimento rico em cálcio, fósforo, e vitaminas A, B9 e C.
 
Couve: rico em fibras, o alimento é indicado para enfermidades do estômago e auxilia a digestão. A couve é fonte de vitamina C, ferro, cálcio e betacaroteno.
 
Damasco: além de saboroso, o damasco pode prevenir problemas no fígado e alguns tipos de câncer. É rico em ferro, potássio, fósforo e vitamina A, B1, B2, B3 e C.
 
Framboesa: rica em antioxidantes que retardam o envelhecimento, esse fruto também auxilia na digestão e no tratamento de inflamações na garganta e gengiva. É fonte de cálcio, potássio, magnésio, ferro e vitaminas A, B1, B5 e C.
 
Laranja: fonte de vitamina C e caroteno, esse fruto ajuda a combater gripes e resfriados e pode prevenir alguns tipos de câncer.
 
Limão: tem propriedades para tratar resfriados e gripes e melhorar a circulação do sangue. É rico em cálcio, potássio e vitamina C.
 
Maçã: esse fruto tem inúmeros benefícios. É rico é cálcio, magnésio, potássio, cobre, zinco, vitaminas B, C e E e contem peticina  uma fibra que a ajuda a controlar o nível de colesterol no sangue. A maçã ajuda na digestão, ajuda no tratamento de resfriados, tem poder antioxidante e evita a proliferação de células cancerígenas.
 
Mamão: contém uma substância chamada papaína, que melhora a digestão e a prisão de ventre. É fonte de ferro, cálcio e vitaminas A, B e C.
 
Manga: tem propriedades que previnem as doenças do estômago, evitam problemas cardíacos e fortalecem o sistema imunológico. É rica em vitaminas B e C em sais minerais como cálcio, fósforo, potássio, ferro e fibras.
 
Melancia: fruto que apresenta muita água em sua composição e tem o poder diurético. É rica em fibras, ferro, cálcio e vitamina A, B e C. A melancia também possui uma glutationa, substância que é um potente antioxidante e retarda o envelhecimento.
 
Melão: tem poder diurético, hidratante, ajuda na menopausa e nas dietas de emagrecimento. É rico em cálcio, betacaroteno, potássio e vitaminas A, B, C.
 
Mexerica: fonte de vitaminas A, B e C e de sais minerais como cálcio, potássio, sódio, fósforo e ferro. O fruto ajuda a combater infecções e aumenta a resistência do organismo.
 
Morango: fruto com propriedades antioxidantes, que retarda o envelhecimento, além de reduzir o colesterol, combater anemias e doenças da pele. É fonte de ferro, fibras e vitaminas B5 e C.
 
Pepino: rico em ferro, potássio e betacaroteno - um antioxidante que retarda o envelhecimento -, o pepino tem efeito diurético .
 
Pimenta: tem propriedades analgésicas, anti-inflamatórias, diminui risco de doenças cardiovasculares, reduz o colesterol e pode ajudar no tratamento da enxaqueca. É antioxidante e rica em vitamina C.
 
Pimentão vermelho: rico em potássio, sódio, cálcio, fósforo, ferro e vitaminas A, C e do complexo B. É um alimento antioxidante, que pode prevenir doenças cardíacas, além de ser fonte de fibras.
 
Rabanete: sem dúvida, o rabanete é um aliado da saúde. Fonte de cálcio, ferro, potássio e vitaminas B1, B2 e C, ele ajuda no processo digestivo, previne o organismo contra infecções e purifica o sangue, rins e bexiga.
 
Repolho: fonte de cálcio, potássio, fosforo e vitaminas A e C. O repolho auxilia no emagrecimento e na digestão, estimula a queima de gorduras e combate o colesterol.
fonte:http://saude.terra.com.br/




publicado por adm às 23:28
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2012
Dieta: descubra alguns erros que sabotam seu emagrecimento

Você vive malhando e contando calorias, mas mesmo assim, os resultados na balança são quase nulos. Isso é sinal de que você pode estar cometendo alguns deslizes e sabotando sua própria dieta. A Health Magazine listou cinco perguntas que você deve fazer para ver como anda sua dieta. Se a resposta da maioria delas for ‘sim’, reveja seus hábitos. 

Você sempre come bem?
A dieta deve ser pensada como um todo, que sacie as necessidades do seu organismo. Ingredientes como queijo e nozes adicionados à salada podem induzir o corpo a baixar os níveis grelina, o hormônio da fome. “Quando os níveis de grelina caem, o metabolismo recebe um sinal para desacelerar”, explica Alia Crum, da Universidade de Yale, nos Estado Unidos. Invista também em alimentos saudáveis e saborosos como uma tigela de sopa e pão integral.

Você paga com cartão?
Quando o assunto é dieta, essa pergunta pode soar estranha. Porém, um estudo publicado no Journal of Consumer Research defende que pessoas que pagam suas refeições com dinheiro comem menos. Isso está ligado ao fato de que os indivíduos que utilizam notas em suas compras têm menos chances de adquirir produtos por impulso, e nesta lista estão incluídos os alimentos.

Você pensa muito em seus exercícios?
Viver planejando os exercícios a serem feitos na academia pode ser um grande problema. As pessoas que pensam muito em seus treinos estão mais propensas a comer mais do que deveriam. Muitas vezes, elas imaginam que malhar dará conta de queimar tudo que é ingerido.

Você está muito focado em seu trabalho?
Segundo um estudo realizado na Universidade de Missouri-Columbia, nos Estados Unidos, passar grande parte do dia sentado pode fazer com que seu corpo pare de produzir lipase, uma substância que inibe a deposição de gordura. A cada hora, procure levantar e alongar-se. Segundo uma pesquisa publicada no American Journal of Clinical Nutrition, isso acelera seu metabolismo em 13%.
 
Você dorme muito pouco?
Um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition descobriu que as mulheres que dormiam menos de quatro horas por noite comiam 300 calorias e 21 gramas a mais de gordura no dia seguinte.

fonte:http://saude.terra.com.br/



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Sábado, 19 de Maio de 2012
Dieta na gravidez é benéfica para mães e bebés

Estudo revela que controlar peso e alimentação durante gestação ajuda na redução da pressão arterial, diabetes e pré-eclampsia

Fazer dieta e uma gestão do peso durante a gravidez é tão benéfico para a mãe como para o bebé, segundo um estudo divulgado nesta sexta-feira.

A investigação liderada por Shakila Thangaratinam, obstetra do Queen Mary, da Universidade de Londres, concluiu que as mulheres que fizeram uma dieta equilibrada, rica em fruta, legumes, leguminosas e cereais integrais, além de praticarem algum exercício, conseguiram reduzir cerca de 4kg «sem afetar o peso do bebé».

O conselho do Instituto Nacional de Saúde e Excelência Clínica (NICE), que havia sido publicado, em 2010, dava orientações contrárias, afirmando que «fazer dieta durante a gravidez não é recomendada, pois pode prejudicar a saúde do bebé».

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/



publicado por adm às 23:13
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Domingo, 31 de Julho de 2011
Adolescentes consomem cerca de 2.300 calorias por dia, segundo IBGE

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quinta-feira (28) uma pesquisa que mostra que os adolescentes brasileiros (14 a 18 anos) do sexo masculino consomem uma média diária de 2.289 calorias.

Entre as mulheres, o mesmo grupo etário também é o que mais ingere calorias por dia: média de 1.930. Os dados fazem parte da Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, que integra a Pesquisa de Orçamentos Familiares do biênio 2008-2009.

Na divisão territorial, os jovens de 14 a 18 anos da região Norte são os que têm maior ingestão calórica (quase 2.500 kcal/dia), seguidos pelos da região Sudeste (2.421 kcal/dia). Já considerando apenas o sexo feminino, as adolescentes do norte do país também lideram o ranking, com consumo médio de aproximadamente 2.100 calorias por dia.

De acordo com a pesquisa do IBGE, os homens brasileiros - considerando todas as idades - ingerem pouco mais de 2.050 calorias por dia. Já entre as mulheres, o índice é menor: aproximadamente 1800 kcal/dia.

O cálculo da taxa recomendável de ingestão de calorias depende de uma série de variações (problemas de saúde, idade, entre outros), mas os especialistas em geral estipulam uma faixa ideal de 2.000 calorias para pessoas saudáveis, segundo o IBGE. O consumo energético médio da população brasileira em geral variou de 1.490 kcal a 2.289 kcal.

O estudo mostra resultados relativamente positivos em relação ao colesterol. Da participação calórica total, o índice médio de consumo de colesterol não passa de 259 mg/dia entre a população masculina, e 216 mg/dia quanto à feminina.

De acordo com os médicos, quem não tem histórico familiar da doença pode consumir até 300 mg por dia. Já as pessoas que necessitam de controle em relação ao colesterol devem se limitar a 200 mg/dia.

O único grupo etário que conseguiu ficar abaixo da ingestão diária de 200 mg de colesterol foi o das mulheres de 60 anos ou mais (186 mg/dia). Mais uma vez, os adolescentes do sexo masculino estão no topo da lista.

Nutrientes
Entre os jovens de 14 a 18 anos, 28% da energia da dieta consiste no consumo de lipídios. Já para adultos e idosos, esse índice fica em 27%. No que diz respeito à contribuição percentual das proteínas, há uma variação de 15% a 16% entre os adolescentes, e de 16% a 17% para os adultos e idosos.

Já a contribuição calórica dos carboidratos variou entre 54,8% e 57% no grupo dos homens, e entre 56,2% a 57,6% entre as mulheres pesquisadas.

Os valores obtidos para a presença de carboidratos e lipídios no valor energético total atendem às recomendações contidas no Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado pelo Ministério da Saúde, que estabelece uma participação de 55% a 75% para carboidratos, e de 15% a 30% para lipídios.

fonte:http://noticias.uol.com.br/



publicado por adm às 23:52
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