Quarta-feira, 2 de Abril de 2014
Portugueses comem menos carne, peixe e fruta mas consomem o dobro das calorias recomendadas

A crise está a reflectir-se nos hábitos alimentares dos portugueses, com quebras no consumo de carne, peixe, vinho, cerveja, laticínios e fruta, mas o consumo per capita de calorias cifrava-se, em 2012, nas 3.963 kcal, o que corresponde a 1,6 a duas vezes o consumo diário recomendado para adultos, revelam os dados divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com o INE, no quinquénio 2008-2012 as «disponibilidades alimentares per capita atingiram em média as 3 963 kcal», o que traduz uma subida de 2,1% face ao quinquénio 2003-2008.
Este valor «permite satisfazer as necessidades de consumo de 1,6 a 2 adultos, tendo por base o aporte  calórico médio recomendado (2 000 a 2 500 kcal)».

O INE destaca, contudo, que «a análise ao quinquénio 2008/2012 revela dois períodos marcadamente distintos: até 2010 um período de expansão caracterizado por elevadas disponibilidades alimentares e calóricas e a partir de 2010 com reduções acentuadas das disponibilidades alimentares».

Em 2012, o consumo de carne de bovino foi o mais baixo em 10 anos e o de carne de suíno atingiu um mínimo de 13 anos, o que levou a carne de aves, pela primeira vez desde de que há registos estatísticos, a garantir a principal disponibilidade de carne em Portugal».

Mais preocupante, é o facto de o consumo de frutos ter apresentado mínimos de 20 anos, o de laticínios ter o valor mais baixo em nove anos e o de peixe ter caído para mínimos de oito anos.

«Em termos médios, no período 2008-2012, verificaram-se decréscimos de 5,9 Kg de carne/hab, 3,2 Kg de pescado/hab,  7,6 l de vinho/hab (período 2009-2012) e 8,3 l de cerveja/hab, a que se juntam reduções de 4,0% nas disponibilidades  de laticínios, 10,6% nos frutos (período 2009-2012). Em contrapartida observaram-se aumentos nos cereais (+2,1%), nos hortícolas (+5,8%) e nos produtos estimulantes (café e sucedâneos, cacau e chocolate, +4%)», assinala o INE. 

«A comparação da distribuição das disponibilidades diárias per capita da Balança Alimentar Portuguesa com o padrão alimentar preconizado pela Roda dos Alimentos continuou em 2012 a evidenciar distorções, apontando para excesso de produtos alimentares dos grupos “Carne, pescado e ovos” (com tendência acentuada para decréscimo), e “Óleos e Gorduras” e défice em “Hortícolas”, “Frutos” e “Leguminosas secas”. Este desequilíbrio continua a ser potencialmente  pouco saudável, com uma predominância de proteínas de origem animal e excesso de gorduras.», sublinha o documento.

 

 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n



publicado por adm às 20:43
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Domingo, 6 de Outubro de 2013
Excesso de carne na dieta pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares

Cuidado com as dietas restritivas, como a das proteínas. “O excesso de alimentos de origem animal, especialmente as carnes, pode aumentar os níveis de colesterol ruim no organismo e, com isso, causar o aparecimento de doenças cardiovasculares”, alerta Juliana Dantas, nutricionista do Hospital do Coração, em São Paulo. E mais: “O exagero no consumo de proteínas também pode sobrecarregar os rins”, completa a especialista.

O ideal é seguir uma dieta equilibrada, rica em nutrientes, não só com proteínas magras, mas também com carboidratos, fibras, vitaminas e sais minerais.

Para manter a boa saúde do coração, a nutricionista sugere alimentos que ajudam a reduzir os níveis de colesterol ruim. Bons exemplos são os óleos vegetais (soja, canola, milho, girassol), as fontes de ômega 3 (sardinha, salmão e arenque) e as oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas). Só não pode exagerar no consumo, pois são calóricos. “Também inclua na listinha as fibras, encontradas em leguminosas, frutas, aveia, trigo, grãos e hortaliças”, lembra ela.

E quais alimentos devem ser evitados?  Carnes gordurosas (como o hambúrguer de fast food), leite integral e derivados, frios e embutidos, frutos do mar, leite de coco e alguns óleos vegetais (como de dendê e de palma). “Fique longe da gordura trans, encontrada em sorvetes, biscoitos recheados, margarinas e bolos industrializados”, enumera Juliana. Com uma alimentação mais saudável, seu coração agradecerá!

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/b



publicado por adm às 15:33
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Sexta-feira, 23 de Agosto de 2013
Poderão alguns alimentos ter calorias negativas?

Chegados a esta altura, fazem-se apostas sobre qual será a dieta da moda que promova a desejada perda rápida de peso e o corpo escultural para mostrar na praia. Este ano, a concorrência foi feroz entre a Dieta dos dois dias e a Dieta das Calorias Negativas. Debruçando-nos sobre esta última, será que existem mesmo alimentos que gastam mais calorias a serem metabolizados do que aquelas que possuem intrinsecamente? Poderão ter assim “calorias negativas”?

Este potencial efeito das “calorias negativas” de alguns alimentos baseia-se naquilo que é designado como o efeito térmico dos alimentos, ou seja, as calorias que o nosso organismo despende para a digestão, absorção, transporte e armazenamento dos nutrientes desse alimento. A este nível são as proteínas que dão “mais trabalho” ao nosso organismo ao consumirem 20% a 30% do seu valor calórico neste processo, seguidas dos hidratos de carbono (5% a 10%) e das gorduras (0 a 5%).

Neste contexto, uma série de alimentos com baixo valor calórico e alta quantidade de fibra – outro dos constituintes que interfere positivamente no efeito térmico - têm sido propostos como alimentos com calorias negativas - como aipo, chicória, cogumelos, alface, nabo, salsa, beringela, cenoura e todo o tipo de couves. Também as frutas menos calóricas e mais ricas em água e fibra estão presentes nesta “dieta” como a meloa, melancia, melão e morango. Todos estes alimentos possuem menos de 50 kcal por 100 gramas. Assim, num pressuposto teórico, até seria admissível pensar que poderia ser mais custoso do ponto de vista energético a metabolização destes alimentos do que o valor calórico que nos aportam. No entanto, não existem estudos que comprovem devidamente esta dedução, algo que não pode ser encarado como uma decepção uma vez que, independentemente do fim, a ingestão dos alimentos acima citados constitui-se como uma vantagem. Uma história diferente é contada por outros alimentos como o pimento/malagueta, café, chás e, eventualmente, o gengibre, uma vez que estes sim possuem compostos com comprovado efeito estimulante.

É importante referir que esta perspectiva da termogénese não deve ser levada ao extremo. Isto é, fumar, apanhar frio ou estar de pé também são actividades que aceleram o nosso metabolismo e que não são necessariamente mais saudáveis ou agradáveis. Já algo que não é assim tão desagradável é o exercício físico que, para além do gasto calórico que encerra em si mesmo, consegue também aumentar o efeito térmico dos alimentos face a indivíduos sedentários, algo que também parece ocorrer (pelo menos nas mulheres) quando se adopta um padrão alimentar regular ao invés de uma grande volatilidade no número diário de episódios alimentares. Mas voltando ao exercício, assumindo que este consegue ser igualmente eficaz na melhoria da composição corporal com o aumento da massa muscular e diminuição da massa gorda, temos assim algo que interfere positivamente nas três formas de que dispomos para “queimar” calorias: aumenta o metabolismo basal, aumenta o efeito térmico dos alimentos e aumenta o gasto energético decorrente de toda a actividade física efectuada.

No fundo, a verdadeira dieta das calorias negativas não nos ensina nada de novo: ingerir muitos legumes e fruta (sem esquecer os restantes grupos de alimentos), manter estável o número de refeições diárias e aumentar a prática de exercício. É a chamada beleza das coisas simples.

Em resumo: 

- Apesar de na teoria parecer um conceito interessante, não existem estudos que comprovem que de facto existam alimentos com “calorias negativas”;

- Como a grande maioria destes alimentos são saudáveis, sinta-se livre para os inserir na sua alimentação diária, mas não fique totalmente confinado a eles;

- Nunca se esqueça que existe uma “receita mágica” que queima também bastantes calorias… Chama-se exercício!

 

fonte:http://lifestyle.publico.pt/



publicado por adm às 01:15
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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2013
Vilões da dieta: alimentos que só parecem pouco calóricos

O que a granola, a comida japonesa, a bolacha de água e sal e os sucos naturais têm em comum? Todos parecem ser aliados da dieta, mas podem engordar - ainda mais quando consumidos de forma excessiva. "Do ponto de vista calórico, esses alimentosnão são tão inofensivos. As pessoas precisam aprender a ler melhor o rótulo dos alimentos e se informar antes de comer. Muitas pessoas não emagrecem porque fazem trocas que não valem a pena", alerta o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital do Coração, em São Paulo.


Por ser seca e leve, muitas pessoas acham que as bolachas de água e sal e as torradas não engordam. Na verdade, lembra o médico, um pão francês equivale a 3 torradas ou 6 bolachas de água e sal. Segundo o Cukier, na dúvida, o ideal é optar por versões integrais ou com grãos. "As torradas ou bolachas integrais não só dão maior sensação de saciedade, como auxiliam no funcionamento do intestino, mas podem significar o mesmo em calorias que duas fatias de pão", pondera.

Uma porção de 100 g de granola pode ter mais de 400 calorias. "Ele contém frutas secas, cereais, açúcar e às vezes gorduras associados ao seu preparo. As pessoas não devem comer mais do que 3 colheres ao dia.

Os peixes são leves, ricos ômegas e saudáveis, mas isso não significa que a comida japonesa esteja liberada. Algumas opções podem minar a dieta de qualquer um, como por exemplo, o gyouza (200 calorias por unidade), hot holl (90 calorias por unidade) e temaki (com cream cheese, mais de 215 calorias). Já o molho shoyo, que pode até 26 calorias por colher, contém sódio em excesso - um agravante nas doenças cardiovasculares.

A aveia é ideal para ajudar no controle do colesterol e no funcionamento intestinal, mas é calórica, uma colher tem 75 calorias, portanto, deve ser consumida com moderação por quem está em dieta.

Nozes, amêndoas e castanhas são opções saudáveis para os lanchinhos intermediários durante o dia. Contém boas gorduras, minerais e antioxidantes, mas são calóricas. As pessoas devem controlar a compulsão e comer no máximo duas ou três unidades, cerca de 30 g por dia.

Também não adianta substituir o açúcar pelo mel. Sua vantagem é que não se trata de um produto industrializado. Uma colher de sopa possui cerca de 62 calorias, enquanto uma de açúcar, 100 calorias. "Apesar de ser fonte de vitaminas do complexo B, sais minerais, cálcio, ferro, fósforo, potássio, proteínas e vitamina C, o mel não deve ser consumido à vontade, pois engorda", lembra Cukier.

Engana-se também quem toma suco natural de frutas achando que as calorias são inexistentes. Pelo contrário. Um copo de suco de laranja tem 116 calorias. Entres os menos engordativos estão os de abacaxi, melão e limão.

fonte:http://exame.abril.com.br/




publicado por adm às 23:44
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Terça-feira, 23 de Outubro de 2012
Os alimentos "amigos" da dieta

Frutas com alto índice glicêmico, como manga, mamão e abacate devem ser substituídas pelas cítricas, que “ajudam” a queimar calorias, como melão, melancia, tangerina...

 

Seguir uma dieta exige disciplina e disposição para encontrar alternativas que promovam uma mudança de hábito. Até porque, perder peso e manter-se magro ou no peso ideal, é uma conquista que só é possível a partir de uma reeducação alimentar.


Para se conquistar essa tão desejada forma, alguns alimentos podem ser fortes aliados. Além de saborosos e nutritivos, muitos têm calorias negativas, ajudam no processo digestivo e atuam no metabolismo. São legumes, verduras e frutas que são amigos de quem está brigando com a balança.

Segundo a nutricionista Daniela Campi, a queima calórica durante o processo digestivo depende do metabolismo de cada pessoa, das enzimas e, claro, do que cada pessoa escolhe na hora da refeição. Mas no geral, alimentos com alto teor de fibras gastam mais energia durante a digestão. Frutas cítricas, como laranja, limão e grapefruit têm um gasto menor de efeito térmico do que o abacate, banana e caqui, que são mais suculentas, por exemplo. No caso dos legumes, o modo de preparo também é fundamental. Alimentos crus gastam mais energia na digestão que os cozidos.

O importante é buscar uma alimentação balanceada, que tenha representantes de todos os grupos de nutrientes. Frutas como ameixa, maçã e pêssego, por exemplo, ajudam a saciar a fome. Já para acelerar o metabolismo e queimar calorias, incluir no preparo de alimentos o gengibre, a pimenta e a canela, por exemplo, podem ajudar muito.

fonte:http://exame.abril.com.br/est




publicado por adm às 22:51
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