Sábado, 10 de Outubro de 2015
Dietas com proporção maior de proteínas ajudam a perder de peso

Existem evidências científicas de que dietas com restrição calórica para emagrecimento com proporção maior de proteínas do que utilizadas usualmente, aumentam a perda de peso, reduzem a quantidade de gordura corporal, melhoram o controle glicêmico (prevenindo a diabetes tipo 2) e diminuem a perda de massa corporal magra (preservação da massa magra) durante o processo de emagrecimento. 

A composição tradicional das dietas são 55% a 60% de carboidratos, inferior a 30% de gorduras e 15% de proteínas. A sugestão para elaboração de dieta com maior teor proteico seria reduzir a quantidade de carboidratos da dieta para 40 a 50% e aumentar a proporção de proteínas de 22 a 45% do valor energético total.

Hipóteses dos benefícios relacionados a ingestão de dieta com maior percentual proteico incluem:

1. Maior saciedade: a proteína é o nutriente que possui a digestão mais lenta e promove maior saciedade, fazendo com que o indivíduo coma porções menores e fique saciado por tempo prolongado.

2. Efeito termogênico: maior efeito termogênico da proteína no metabolismo do que os outros macronutrientes. O Efeito Térmico do Alimento (ETA) consiste no aumento do gasto energético observado após a ingestão de uma refeição. Esse gasto energético é necessário para a realização dos processos de digestão, absorção e metabolismo dos nutrientes ingeridos, podendo representar, aproximadamente, de 5 a 10% do gasto energético diário de um indivíduo. A participação da proteína seria em torno de 25 a 30%, carboidratos 6 a 8% e lipídeos/ gorduras 2 a 3 %.  

3. Menor resposta insulínica: maior estímulo à degradação de gordura corporal ocasionado pela menor quantidade de carboidrato na dieta. 

4. Preservação da massa muscular durante o emagrecimento: a ingestão proteica elevada minimiza a perda de massa muscular em dietas de emagrecimento. Quanto maior o conteúdo de massa muscular no organismo, mais acelerado é o metabolismo energético.

Sugere-se o aumento desta proporção por meio da inclusão de proteínas associadas a carboidratos nas refeições intermediárias como desjejum, colação, lanche da tarde e ceia. Não seria indicado o aumento da proteína nas grandes refeições como almoço e jantar, principalmente proteínas de origem animal que também aumentam o conteúdo de gordura saturada na dieta.  

O desjejum é a refeição que deve conter em torno de 20% do valor energético total, associando carboidratos (hortaliças C, cereais integrais e frutas) a proteínas magras (leite, iogurte, queijo, ovo, atum, soja, pasta grão de bico) e gorduras “boas” monoinsaturadas (azeite, nozes, castanhas, abacate) e poliinsaturadas ricas em ômega 3 (Linhaça, Chia, atum , sardinha, salmão, cavalinha).

Estudos científicos já demonstraram que a realização do café da manhã melhora o controle glicêmico ao longo do dia, o controle do peso e os riscos de doenças cardiovasculares. Entretanto, com maior proporção de proteína parece ser ainda mais eficaz. 

Estudo publicado no American Journal of Obesity realizado com 28 adolescentes com excesso de peso sem alterações metabólicas por 12 semanas, dividiu em 2 grupos os adolescentes com 2 tipos de café da manhã: 

1. Composição tradicional (350 calorias): 15% proteína (13g), 65% carboidratos e 20% gordura. Refeição com cereais e laticínios

2. Rico em proteínas (350 calorias): 40% proteína (35g), 40% carboidrato e 20% gordura. Refeição com ovo e carne de porco

O estudo demonstrou melhor controle glicêmico e maior saciedade no grupo de adolescentes com café da manhã rico em proteína.

A definição da melhor proporção de ingestão proteica ainda é desconhecida e se tratando de praticantes regulares de exercícios, atletas amadores e de elite é preciso cuidado para não negligenciar a utilização de carboidratos. É preciso avaliar a fase e o tipo de treinamento e o período de competição. 

O carboidrato é fonte de energia básica para atividades do dia a dia e na prática esportiva, o consumo adequado é fundamental para manter os níveis de glicose sanguínea, os estoques de glicogênio muscular e hepático durante o exercício, a reposição das reservas de glicogênio na fase de recuperação e manutenção do sistema imune.

Existem evidências de que a dieta com maior proporção de proteína aumenta a perda de peso, reduz a gordura corporal e diminui a perda de massa corporal magra durante o emagrecimento. Entretanto, mais estudos são necessários para definir a melhor proporção, a quantidade e a fonte de proteína a ser utilizada no programa alimentar.

Literatura de apoio:
1. Bauer, LB e col. A pilot study examining the effects of consuming a high-protein vs normal-protein breakfast on free-living glycemic control in overweight/obese ‘breakfast skipping’ adolescents. International Journal of Obesity. Jul 2015

2. Leidy, H J and Racki, E M. The addition of a protein-rich breakfast and its effects on acute appetite control and food intake in ‘breakfast-skipping’ adolescents. International Journal of Obesity. Feb 2010.

3. Panza, V e colaboradores. Consumo alimentar de atletas: reflexões sobre recomendações nutricionais, hábitos alimentares e métodos para avaliação do gasto e consumo energéticos. Ver. Nutr. Vol.20. no.6. Campinas Nov/Dez 2007.

4. Pedrosa, R.G. e colaboradores. Dieta Rica em Proteína e Redução do Peso Corporal. Rev. Nutr. Vol.22. no. 1. Campinas Jan/Fev 2009

 

fonte:http://globoesporte.globo.com/


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Domingo, 26 de Outubro de 2014
Saiba como deve ser a dieta ideal

Quem nunca ouviu dizer que a dieta mediterrânea é considerada a mais saudável do mundo? Composta por peixes, azeites, frutas, verduras e cerais, há estudos que mostram que aqueles que se alimentam desse cardápio vive mais.

Mas, e quem mora do lado de cá do oceano? Além de consumir frutas, legumes e verduras, que oferecem muitos nutrientes, a nutricionista Ana Maria Lottenberg, no Fórum Nacional de Nutrição, explica que a dieta ideal é aquela que atua como parte de prevenção e tratamento de doenças crônicas.

"Ela precisa promover qualidade de vida, bem como ser agradável ao paladar, para ser sustentável a longo prazo", afirma a nutricionista.

A dieta saudável deve ter:

Valor calórico ideal: precisa contar com uma quantidade ideal de adequado. Nem demais, nem de menos. Com muito, o organismo começa a estocar gordura. Com pouco, a quantidade de nutrientes necessária diariamente não vai ser atingida. A recomendação genérica é uma dieta de 2 mil calorias, mas um nutricionista poderá ajustar a quantidade necessária individualmente e com mais precisão.

Gorduras com moderação: sabe-se hoje que o excesso de gordura pela alimentação aumenta o colesterol. A gordura saturada não é mais considerada vilã, desde que seja consumida com moderação (de 7 a 10% das calorias diárias). A gordura poli-insaturada é aquela que tem do azeite e deve constar na dieta, também com moderação.

Isenta de gordura trans: esse tipo de gordura deve ser banido completamente do cardápio. “Muita gordura trans faz mal e pouca também faz mal”, alerta o endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Universidade de São Paulo. Esse tipo de gordura, além dos males cardíacos, faz com que o fígado fique gordo, causando problemas parecidos com aqueles que quem bebeu demais ao longo da vida tem.

Não muito álcool: o álcool faz bem quando é consumido com parcimônia. Duas taças diárias de vinho para o homem e uma para as mulheres. A diferença na quantidade não é discriminação de gênero, mas sim ciência: a mulher tem menos enzimas que digerem o álcool, o que faz com que se embriague mais fácil.

Açúcar (sacarose) com moderação e nada de frutose: o açúcar branco (sacarose), em até 10% da quantidade das calorias recomendadas diariamente, não faz mal, para um adulto saudável. O que é um problema, alertam especialistas, é a frutose que está presente em grande quantidade em produtos industrializados, como refrigerante. O xarope de milho, insumo para muitos alimentos processados, é rico nesse tipo de açúcar. O corpo não consegue metabolizar corretamente e sofre agressão.

Sal com moderação: o brasileiro consome sal além da conta. Estima-se que cada um dos mais de 200 milhões de habitantes ingiram de 12g a 15g de sal diariamente. A Organização Mundial da Saúde preconiza que a ingestão seja de seis gramas ao dia. No entanto, Alfredo Halpern diz que estudos mostram que os seis gramas é muito pouco, e, se a pessoa for saudável e não tiver pressão alta, o consumo ideal é de oito gramas, que passa bem longe do abrasileirado 15g. Para uma referência, sachês individuais de sal contêm 1g.

Bom aporte de cálcio: o brasileiro tem carência de cálcio. A recomendação é de 800mg a 1200mg por dia. Uma porção de sardinha, por exemplo, conta com 150mg. Um copo de leite tem cerca de 250mg. A média do consumo no País é de 110mg por dia, valor bem abaixo do preconizado.

Mau exemplo bem longe do Mediterrâneo

Sabe-se que no Brasil mais da metade da população armazena mais quilos do que deveria para a uma boa qualidade de vida: 16% dos brasileiros estão com índice de massa corporal que indica obesidade. Condição que é um fator estimulador para o surgimento de doenças, que vão desde problemas cardíacos até o aparecimento de determinados tipos de câncer.

Para Ana Maria, o fato de boa parte da população ter deixado de comer arroz e feijão favoreceu para o ganho de peso em massa. No lugar dessa combinação já conhecida pelos médicos por ser saudável, alimentos industrializados de forma ruim e outros gordurosos tomaram conta das mesas nacionais.

“Sabe-se que um prato padrão de arroz, feijão, bife e salada concede 1,6 calorias por grama. Já os lanches costumam ter 2,6 calorias por grama”, explica ela. Logo, comer lanches em excesso vai aumentar o peso, além de não fornecer a quantidade ideal de nutrientes por dia.

O excesso de gordura consumido no País também favorece o aumento do colesterol ruim e a aterosclerose, que inclui o depósito de placas de gordura nas artérias.

 

fonte:http://www.midianews.com.br/c



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Domingo, 13 de Outubro de 2013
Veja 5 motivos pelos quais a maior parte das dietas falha

A maioria das pessoas associa a palavra “dieta” à privação. Uma pesquisa divulgada nesta semana, encomendada por uma companhia alimentícia do Reino Unido mostrou que duas a cada cinco pessoas que fazem dieta regularmente desistem logo nos primeiro sete dias. Além disso, apenas 20% destas conseguem seguir firme até o terceiro mês. As informações são do site Health.com.

 

Muitas pessoas também aliam as dietas à malhação na busca pela perda de peso, mas não conseguem manter a rotina a longo prazo. A solução, de acordo com a especialista em dieta e nutrição Cynthia Sass, é identificar as armadilhas e implementar estratégias para perder peso de forma sustentável. Veja 5 dicas importantes neste sentido.

 

1. Rebelião do corpo
Dietas drásticas ou muito restritas podem provocar mudanças de humor, dores de cabeça, fadiga física e mental, irritabilidade, problemas digestivos e confusão mental. Ninguém quer se sentir dessa forma, e o fato é que mudando a dieta para melhor você deveria se sentir, ao contrário: energizado, feliz e lúcido.

 

Solução: revisite sua história e tente não repetir antigos erros. Você conhece seu corpo melhor do que ninguém, ou seja, sabe exatamente o que não funciona. Na maior parte dos casos, dietas baseadas em pouquíssimas calorias ou em baixo carboidrato são as maiores culpadas.

 

Adicionar pequenos lanches entre as refeições, comer porções menores e incluir frutas ao cardápio são apenas algumas das práticas corretas a serem feitas. Embora pareça estranho, é necessário comer mais quando se quer perder peso. Isso porque restringir muito o número de calorias ingeridas pode comprometer o seu metabolismo. Para não errar, tente o equilíbrio: não coma muito, nem muito pouco.

 

2. Com fome
Sentir fome cinco minutos depois que você comeu, ou mesmo uma hora depois, não é necessário para manter suas curvas. Na verdade, a fome crônica indica que sua dieta não está balanceada, o que pode fazer com que o corpo conserve mais energia e dificulte a perda de peso.

 

Solução: inclua em sua alimentação itens que aumentam a sensação de saciedade, ricos em proteína magras (ovos orgânicos, peixe, aves, feijão e lentilha); fibras (frutas, vegetais, grãos integrais, feijão e lentilha) e gordura boa (abacate, nozes, sementes, azeite extra virgem e óleo de coco).

 

Outra boa estratégia é apostar em alimentos que possam ser ingeridos em volume maior sem trazer muitas calorias, como frutas e vegetais frescos e ricos em água; além de alimentos ricos em amido, como pipoca orgânica.

 

fonte:http://saude.terra.com.br/



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Domingo, 6 de Outubro de 2013
Excesso de carne na dieta pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares

Cuidado com as dietas restritivas, como a das proteínas. “O excesso de alimentos de origem animal, especialmente as carnes, pode aumentar os níveis de colesterol ruim no organismo e, com isso, causar o aparecimento de doenças cardiovasculares”, alerta Juliana Dantas, nutricionista do Hospital do Coração, em São Paulo. E mais: “O exagero no consumo de proteínas também pode sobrecarregar os rins”, completa a especialista.

O ideal é seguir uma dieta equilibrada, rica em nutrientes, não só com proteínas magras, mas também com carboidratos, fibras, vitaminas e sais minerais.

Para manter a boa saúde do coração, a nutricionista sugere alimentos que ajudam a reduzir os níveis de colesterol ruim. Bons exemplos são os óleos vegetais (soja, canola, milho, girassol), as fontes de ômega 3 (sardinha, salmão e arenque) e as oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas). Só não pode exagerar no consumo, pois são calóricos. “Também inclua na listinha as fibras, encontradas em leguminosas, frutas, aveia, trigo, grãos e hortaliças”, lembra ela.

E quais alimentos devem ser evitados?  Carnes gordurosas (como o hambúrguer de fast food), leite integral e derivados, frios e embutidos, frutos do mar, leite de coco e alguns óleos vegetais (como de dendê e de palma). “Fique longe da gordura trans, encontrada em sorvetes, biscoitos recheados, margarinas e bolos industrializados”, enumera Juliana. Com uma alimentação mais saudável, seu coração agradecerá!

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/b



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Quinta-feira, 1 de Agosto de 2013
Quatro dicas para retomar a dieta após as férias de inverno

Como você passou suas férias de inverno? Comeu muitas gostosuras gordinhas, doces calóricos e bebidinhas alcoólicas? Então agora é hora de voltar à rotina alimentar. Não sabe como começar? Veja aqui quatro dicas de Mauro Takahashi,  nutricionista com Programa de Aprimoramento Profissional pela Faculdade de Medicina da UNESP e atua na área de nutrição clínica e culinária em SPAs.

• Na primeira semana, vale a pena investir em alimentos que ajudam a eliminar as toxinas do corpo. Bons exemplos são abacaxi, maçã, laranja, melancia e melão. Essas frutas são diuréticas, facilitam a digestão e são ricas em vitaminas e minerais.

•  A hidratação é muito importante no processo de desintoxicação. “Além da água, você pode consumir sucos de frutas com folhas verdes (como hortelã, couve e agrião), chás e água de coco”, aconselha o especialista. “Inclua também gengibre. É digestivo, rico em fibras e ativa o metabolismo”, completa.

• É hora de se desapegar das guloseimas engordativas que fizeram tanto sucesso nas férias. Por isso, fique longe de doces, frituras, refrigerantes (até os diet), comidas com excesso de sal (salgadinhos industrializados, embutidos e sopas prontas) e fontes de farinha refinada (pão branco, macarrão, bolos e biscoitos). Evite também carnes vermelhas, que deixam a digestão mais lenta. Bebidas com cafeína e leite também devem ficar de fora do cardápio nesta fase. “Elas podem provocar uma resposta alérgica, gerando inflamações e aumento do acúmulo de toxinas no organismo”, diz o nutricionista.

• E o que vem depois da desintoxicação? A reeducação alimentar. Nessa fase, vale a pena montar um cardápio com a consulta de um nutricionista. Faça também uma agenda alimentar. Segundo Mauro, registrar detalhadamente tudo o que consome poderá ajudá-la a identificar erros na alimentação que, muitas vezes, não são percebidos no dia a dia.

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/



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Domingo, 14 de Julho de 2013
Dietas restritivas aumentam as chances de jovens terem transtornos alimentares

Atenção, pais e mães! Práticas pouco saudáveis para o controle de peso – na infância ou na adolescência – aumentam as probabilidades de jovens desenvolveremtranstornos alimentares.

Segundo um estudo da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 31,9% de 1167 jovens observados adotaram métodos considerados nocivos à saúde para conquistarem uma barriga trincada e 12,2% mostravam sinais de distúrbios graves, como compulsão, anorexia e bulimia.

Entre os jovens que lançavam mão de alguma medida drástica para emagrecer, 20,6% pulavam refeições, 20,4% ingeriam pouca comida, 7,4% usavam substitutos alimentares, 2,1% tomavam remédios para emagrecer desnecessariamente e 1,6% fumavam cigarros para perder peso.

Como resolver esse problema? “É necessário incentivar uma alimentação sem restrição desse ou daquele tipo de comida, mas que respeite quantidades adequadas”, aponta a nutricionista Greisse Viero da Silva Leal, autora do trabalho, em entrevista à revista SAÚDE. A infância e a adolescência são épocas de aprendizado e, portanto, bons momentos para se acostumar a comer direito – o que é bem diferente de comer pouco.

Uma das formas de estimular a criançada e consumir comida saudável é oferecer pratos divertidos, fáceis de preparar e ricos em nutrientes. Olha só este especial de alimentação infantil publicado no MdeMulher. As crianças vão adorar!

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/


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Quarta-feira, 10 de Julho de 2013
Dieta sólida pode ser indicada para bebês de 4 meses com propensão ao diabetes 1, indica pesquisa

Estudo americano aponta que a inserção prematura de alimentos sólidos em bebês com histórico familiar da doença pode diminuir os riscos da doença

 

A melhor idade para introduzir alimentos sólidos na dieta de bebês com propensão genética ao diabetes tipo 1 é entre quatro e cinco meses de idade. É o que aponta um estudo publicado no periódico JAMA Pediatrics nesta semana. A indicação, no entanto, não segue a indicação da Organização Mundial de Saúde de que a amamentação seja exclusiva até os seis meses de idade. Para os pesquisadores, a amamentação concomitante (e necessária) nesse período ajuda a reduzir os riscos de desenvolver o diabetes tipo 1.


A incidência do diabetes tipo 1 vem crescendo pelo mundo, principalmente entre crianças com menos de cinco anos de idade. Por isso, a dieta na infância tem sido um foco de interesse particular entre os pesquisadores da doença. Para entender a relação, Brittni Frederiksen, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, e equipe analisaram a associação entre a exposição alimentar e o desenvolvimento do diabetes tipo 1.

Para o estudo, foram triados sangues do cordão umbilical de neonatais no Hospital St. Joseph, em Denver. Também participaram do levantamento, parentes de primeiro grau de pessoas com diabetes 1. Descobriu-se que, tanto a exposição precoce (menos de quatro meses de idade) quanto a tardia (com seis meses ou mais) a alimentos sólidos estavam associadas com a doença. “Nossos dados sugerem que múltiplos alimentos e antígenos têm um papel, e que é complexa a relação entre o tipo de alimento e quando ele é inserido na dieta do bebê com os riscos para o diabetes tipo 1”, afirmam os autores.

De acordo com os pesquisadores, os resultados apontam que o período mais seguro para a introdução dos alimentos sólidos na dieta de bebês é entre os quatro e cinco meses de idade. Esses alimentos, no entanto, devem ser inseridos junto à amamentação, para, assim, reduzir os riscos em crianças geneticamente suscetíveis à doença. “Os dados ainda precisam ser duplicados em um número maior de participantes para sua confirmação.”

 

fonte:http://veja.abril.com.br/n




publicado por adm às 23:16
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Sábado, 29 de Junho de 2013
8 tipos de cogumelos para incluir na dieta

Você já experimentou cogumelos? No Brasil, você pode encontrar, pelo menos, oito tipos diferentes. Além de muito saborosos, são nutritivos e magrinhos. Conheça um pouquinho sobre cada um deles e escolha o seu preferido. Essa listinha foi elaborada pela equipe da revista CLAUDIA.

1. Portobello. É a versão madura do cogumelo-de-paris. Daí o tom amarronzado. Com textura mais firme, pode ser usado na grelha ou na brasa. Você pode prepará-lo com ervas, azeite e queijos. Outra dica é usá-lo como recheio no pão de hambúrguer integral.

2. Cogumelo-de-paris. É o mais consumido no Brasil, onde é mais conhecido apenas como champignon. “Quanto maior, mais intenso é seu sabor”, diz Frederico Eira, da Fungibrás, empresa especializada na produção de cogumelos, em Botucatu (SP), em entrevista à CLAUDIA. Pode ser encontrado fresco, seco ou em conserva. Que tal incluí-lo nesta receita de filé de linguado?

3. Shimeji. A cor do chapéu varia do branco ao cinza-escuro, mas não há diferença no sabor. O mais claro, porém, sai mais em conta. É bastante resistente ao cozimento e muito usado na culinária japonesa, como nesta receita de sukiaki.

4. Shitake. Primeiro cogumelo comestível a ser comercializado, ele é uma excelente fonte de fibras – que correspondem a 40% de sua composição. A consistência esponjosa absorve o sabor de outros ingredientes. Vai especialmente bem em receitas encorpadas, como risotos e molhos. Experimente com penne.

5. Hiratake. É encontrado nas matas brasileiras. Seu chapéu pode medir até 10 centímetros de diâmetro e as cores variam entre branco, marrom, cinza, amarelo e salmão. Ele tem sabor delicado. A sugestão dos especialistas é consumi-lo cozido. Uma boa pedida é inclui-lo nesta receita de lamen chinês.

6. Pleurotus salmão. Parente do hiratake. Pela coloração que explica seu nome, é bastante utilizado na decoração de pratos. A carne firme tem sabor acentuado. Além de enfeitar, vai bem no preparo de molho para massas. Pode ser encontrado fresco e desidratado.

7. Eringui. É também conhecido como cardoncello. Robusto, um de seus diferenciais é a haste espessa. Encontrado ao natural, seu consumo é indicado para melhorar o funcionamento intestinal. A textura é crocante e o sabor ligeiramente adocicado. Experimente salteá-lo com shoyu, carne e legumes, como fazem os orientais no preparo do yakisoba.

8. Nameko. Viscoso como o quiabo, seu chapéu é coberto por uma camada gelatinosa, que desaparece parcialmente no preparo. O sabor inicial lembra o da alcachofra. “Depois deixa uma sensação doce na boca”, diz Edison De Souza, diretor técnico da Associação Nacional dos Produtores de Cogumelos.

 

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/



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A dieta mais simples (e eficaz) do mundo

Quase toda mulher concorda que precisa emagrecer pelo menos três quilos não é mesmo? Chegar ‘lá’, no entanto, não é tarefa fácil, já que o sucesso de qualquer dieta passa não apenas pela renúncia de alimentos saborosos, mas principalmente pela alteração da rotina da pessoa que precisa emagrecer.

Há, no entanto, algumas mudanças de hábito, que podem facilitar bastante o regime e este ingrediente está disponível em qualquer torneira: água.

O consumo de água para facilitar o emagrecimento não é novidade mas foi comprovado em um estudo realizado pela professora Brenda Davy, PhD em nutrição humana e professora da Universidade Virgina Tech, nos Estados Unidos.

No estudo Davy concluiu que bastam dois copos de água antes das refeições para perder sete quilos em apenas três meses. Esta foi a média de pesos perdidos entre as pessoas que participaram da pesquisa.

Ainda de acordo com a pesquisa, a cada refeição, usando este ‘truque’ a pessoa em dieta conseguiria diminuir o consumo de 70 à 90 calorias. Por dia seriam até 300 calorias a menos, de acordo com a professora. O segredo do emagrecimento é muito simples: a água enche (e claro, engana) o estômago.

Com o estômago cheio, as pessoas sentem menos fome e com um pouco de equilíbrio, conseguem perder peso e seguir na dieta.

É importante lembrar, no entanto, que este método diminui a fome, mas não a vontade de comer. Para isso será necessário aumentar a concentração e o foco na dieta, um trabalho que dependerá de empenho, auto – estima e estímulos psicológicos internos do indivíduo.

Fonte: Veja



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Sábado, 25 de Maio de 2013
Dieta para o verão

Nos meses que antecedem o verão, são muitas as mulheres que tentam recuperar o tempo perdido e livrar-se dos quilos que foram acumulando desde o período das festas natalícias. Para que possa exibir uma silhueta mais elegante na praia, siga este plano alimentar elaborado pela especialista Patrícia Almeida Nunes, dietista no Hospital Cuf Infante Santo em Lisboa.

Antes de o iniciar deve, contudo, mentabilizar-se para os cinco primeiros passos desta dieta:

 

 

1. O equilibrio nutricional é o primeiro passo. Certifique-se que a sua dieta diária é variada e inclui os nutrientes essenciais ao bom funcionamento do organismo.

2. Inicie as refeições principais com uma sopa de hortícolas e preencha o prato com, pelo menos, 1/3 de salada ou legumes cozinhados ao vapor.

3. Evite pequenos-almoços e lanches com sandes mistas, bolos, croissants, pão de leite ou folhados.

4. Não elimine nenhum alimento por completo. Apenas reduza a quantidade e a frequência de alguns excessos, como os doces e fritos.

5. Não fique mais de três a quatro horas sem comer e aposte nos alimentos que saciam, como os hortícolas e os cereais.

 

 

Plano alimentar para uma semana

Segunda-feira

Pequeno-almoço: 1 copo de leite + 1 sandes de queijo sem manteiga + 1 taça com maçã fatiada 
Meio da manhã: 1 iogurte + 4 bolachas 
Almoço: 1 caldo verde + 1 bife de vaca (tamanho médio) + 3 batatas (tamanho de um ovo) + cebola + taça de canónigos + 2 tangerinas
Lanche: Chá de ervas + 1 torrada com manteiga 
Jantar: 1 tigela de sopa de cenoura e alho francês + 1 lasanha de bacalhau e vegetais + taça de tomate + 1 banana 
Ceia: 1 copo de leite + 3 bolachas integrais

 

 

Terça-feira

Pequeno-almoço: cereais tipo corn flakes + 1 sumo de laranja 
Meio da manhã: 1 chá de limão + 4 bolacha de água e sal com queijo de barrar 
Almoço: 1 sopa de abóbora e coentros + massa com gambas e espinafres + 1 pera 
Lanche: 1 iogurte líquido + 1 tosta d queijo sem manteiga 
Jantar: 1 tigela de sopa de alface + 1 peito de peru grelhado com 8 colheres de arroz basmati + 1 laranja 
Ceia: 1 iogurte magro + 2 biscoitos secos

 

 

Quarta-feira

Pequeno-almoço: 2 fatias de pão de centeio + 1 fatia de queio + 1 chá de cidreira 
Meio da manhã: 1 copo de leite + 4 gressinos 
Almoço: 1 sopa de feijão com espinafres + filetes com limão e puré de batata (3 colheres) + 1 tigela de legumes salteados em alho + 1 fatia de abacaxi 
Lanche: leite com canela + 2 torradas com uma colher de doce 
Jantar: Sopa de cogumelos + omoleta de atum com arroz alegre + 1 taça de morangos 
Ceia: 1 banana + 1 fatia de queijo magro

 

fonte:http://mulher.sapo.pt/



publicado por adm às 21:12
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