Terça-feira, 28 de Julho de 2015
Saiba porque não é indicado consumir bolachas na dieta

Trocar o pão francês pela bolacha de água e sal pode parecer inteligente no começo, mas apesar de parecer inocente, a bolacha salgada ou doce industrializada leva ingredientes nada amigos da dieta: farinha de trigo, gordura vegetal hidrogenada, sal, fermento químico, aromatizantes, glúten e bastante açúcar invertido.

 

Consumidos tradicionalmente em cafés da manhã e tarde, as bolachas são convidativas por serem práticas, baratas e gostosas.

Tanto as bolachas doces, salgadas e até mesmo as integrais, levam os mesmos ingredientes inimigos de uma boa alimentação. Algumas marcas prometem grãos integrais e mel entre seus ingredientes, apenas para conquistar o consumidor pelo visual “saudável” do produto.

Caso você imagine que está salvando a sua dieta consumindo bolachas integrais, saiba que o produto recebe quase nada de farinha integral, contendo ainda muito aditivos químicos e sódio. O sódio em excesso é o responsável pelo aumento da celulite e retenção de líquido.

Essa é a explicação para quem come poucas bolachas por refeição e mesmo assim não consegue perder peso. Em apenas 6 unidades é possível encontrar de 150 a 250g de sódio! Além desse detalhe, o açúcar também é um conhecido inimigo do emagrecimento saudável, sendo encontrado em grandes quantidades em pacotes de bolachas.

Para conseguir uma troca realmente inteligente, o recomendado é passar a consumir castanhas, iogurte desnatado e frutas. As bolachas nos mantém viciados pois contém um sabor agradável, salgado ou doce com recheios gordurosos, ou com sabores cheios de corante e aromatizante como pizza, queijo, peito de peru, etc.

Entretanto, o começo pode ser difícil para quem já se acostumou com as bolachinhas com café. Para adaptar-se ao estilo mais saudável sem o consumo de bolachas industrializadas, comece ingerindo frutas desidratadas que substituem muito bem as famosas companheiras do cafézinho. Para matar a fome no café da manhã, por exemplo, a tapioca continua sendo a melhor opção para uma dieta saudável e sem complicações.

 

fonte_http://br.blastingnews.com/


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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015
Dieta: 8 frases que devemos evitar

Se queremos resistir a alguns prazeres e dedicar-nos ‘de corpo e alma’ a uma dieta mais saudável, existem certas expressões que têm de sair da nossa cabeça. 

O site Huffington Post falou com vários nutricionistas e fez uma lista dessas mesmas frases:

1.    “Hoje portei-me tão mal”: Não deixe que o seu vocabulário alimentar seja ‘invadido’ por questões morais. O sentimento de culpa é uma das emoções mais ligadas ao acto de comer demais, explica a nutricionista Michelle May. ‘Deitar-se abaixo’ só o vai fazer comer mais e mais. “Como para se alimentar e para se sentir bem”, aconselha.

2.      “Não devia estar a comer isto”: Não dê cabo da sua refeição com pensamentos negativos. Michelle recomenda que se coma “com gosto e com consciência”, sem que haja a necessidade de sentir mal por aquilo que está a ingerir.

3.    “Não posso comer isso”: Em vez de manter uma lista do que não deve comer, aprenda a saborear esses alimentos. Se for uma pessoa activa e fizer exercício físico, “pode adicionar mais calorias à sua dieta”, diz a dietista Carolyn O’Neil.

4.    “Dei cabo da dieta”: Não se pode ser perfeccionista. “É o pensamento ‘tudo ou nada’ que dá cabo das dietas”, afirma a dietista Lauren Harris-Pincus. Quanto mais em baixo nos sentimos, pior: Um ‘erro’ de 500 calorias, pode transformar-se numa ‘catástrofe’ de 2000.

5.    “Começo na segunda-feira”: “Adorava que as pessoas metessem na cabeça que uma refeição mais calórica não dá cabo da dieta”, afirma a dietista Vicki Shanta Retelny. Pode até ter comido mais do que previa, mas isso não é ‘desculpa’ para continuar a alimentar-se mal nos dias seguintes e retomar os bons hábitos apenas na segunda-feira. É necessário voltar logo às escolhas saudáveis.

6.    “Eu mereço isto”: Merece tudo o que um ser humano merece, explica a dietista Rebecca Scritchfield. É normal comermos coisas que não fazem tão bem, todos o fazem – só é preciso ter atenção a regularidade com que se ingere esses alimentos.

7.    “Sou viciada em açúcar”: Sempre que diz isto, está a dar instruções ao seu cérebro, explica May. “Não dê demasiado poder a certos alimentos e lembre-se que é livre de tomar decisões sobre o que come”, acrescenta.

8.    “Não consigo controlar o meu apetite”: “Quanto mais luta, mais difícil se torna” fazer dieta, diz a dietista Marsha Hudnall. “Relaxe enquanto está a comer. Acredite na sua capacidade para fazer escolhas. Seja consciente e vá aprendendo um pouco sobre aquilo que ingere, de forma a perceber o que é que o seu corpo precisa”, afirma.

fonte:http://www.sol.pt/


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Domingo, 26 de Outubro de 2014
Saiba como deve ser a dieta ideal

Quem nunca ouviu dizer que a dieta mediterrânea é considerada a mais saudável do mundo? Composta por peixes, azeites, frutas, verduras e cerais, há estudos que mostram que aqueles que se alimentam desse cardápio vive mais.

Mas, e quem mora do lado de cá do oceano? Além de consumir frutas, legumes e verduras, que oferecem muitos nutrientes, a nutricionista Ana Maria Lottenberg, no Fórum Nacional de Nutrição, explica que a dieta ideal é aquela que atua como parte de prevenção e tratamento de doenças crônicas.

"Ela precisa promover qualidade de vida, bem como ser agradável ao paladar, para ser sustentável a longo prazo", afirma a nutricionista.

A dieta saudável deve ter:

Valor calórico ideal: precisa contar com uma quantidade ideal de adequado. Nem demais, nem de menos. Com muito, o organismo começa a estocar gordura. Com pouco, a quantidade de nutrientes necessária diariamente não vai ser atingida. A recomendação genérica é uma dieta de 2 mil calorias, mas um nutricionista poderá ajustar a quantidade necessária individualmente e com mais precisão.

Gorduras com moderação: sabe-se hoje que o excesso de gordura pela alimentação aumenta o colesterol. A gordura saturada não é mais considerada vilã, desde que seja consumida com moderação (de 7 a 10% das calorias diárias). A gordura poli-insaturada é aquela que tem do azeite e deve constar na dieta, também com moderação.

Isenta de gordura trans: esse tipo de gordura deve ser banido completamente do cardápio. “Muita gordura trans faz mal e pouca também faz mal”, alerta o endocrinologista Alfredo Halpern, professor da Universidade de São Paulo. Esse tipo de gordura, além dos males cardíacos, faz com que o fígado fique gordo, causando problemas parecidos com aqueles que quem bebeu demais ao longo da vida tem.

Não muito álcool: o álcool faz bem quando é consumido com parcimônia. Duas taças diárias de vinho para o homem e uma para as mulheres. A diferença na quantidade não é discriminação de gênero, mas sim ciência: a mulher tem menos enzimas que digerem o álcool, o que faz com que se embriague mais fácil.

Açúcar (sacarose) com moderação e nada de frutose: o açúcar branco (sacarose), em até 10% da quantidade das calorias recomendadas diariamente, não faz mal, para um adulto saudável. O que é um problema, alertam especialistas, é a frutose que está presente em grande quantidade em produtos industrializados, como refrigerante. O xarope de milho, insumo para muitos alimentos processados, é rico nesse tipo de açúcar. O corpo não consegue metabolizar corretamente e sofre agressão.

Sal com moderação: o brasileiro consome sal além da conta. Estima-se que cada um dos mais de 200 milhões de habitantes ingiram de 12g a 15g de sal diariamente. A Organização Mundial da Saúde preconiza que a ingestão seja de seis gramas ao dia. No entanto, Alfredo Halpern diz que estudos mostram que os seis gramas é muito pouco, e, se a pessoa for saudável e não tiver pressão alta, o consumo ideal é de oito gramas, que passa bem longe do abrasileirado 15g. Para uma referência, sachês individuais de sal contêm 1g.

Bom aporte de cálcio: o brasileiro tem carência de cálcio. A recomendação é de 800mg a 1200mg por dia. Uma porção de sardinha, por exemplo, conta com 150mg. Um copo de leite tem cerca de 250mg. A média do consumo no País é de 110mg por dia, valor bem abaixo do preconizado.

Mau exemplo bem longe do Mediterrâneo

Sabe-se que no Brasil mais da metade da população armazena mais quilos do que deveria para a uma boa qualidade de vida: 16% dos brasileiros estão com índice de massa corporal que indica obesidade. Condição que é um fator estimulador para o surgimento de doenças, que vão desde problemas cardíacos até o aparecimento de determinados tipos de câncer.

Para Ana Maria, o fato de boa parte da população ter deixado de comer arroz e feijão favoreceu para o ganho de peso em massa. No lugar dessa combinação já conhecida pelos médicos por ser saudável, alimentos industrializados de forma ruim e outros gordurosos tomaram conta das mesas nacionais.

“Sabe-se que um prato padrão de arroz, feijão, bife e salada concede 1,6 calorias por grama. Já os lanches costumam ter 2,6 calorias por grama”, explica ela. Logo, comer lanches em excesso vai aumentar o peso, além de não fornecer a quantidade ideal de nutrientes por dia.

O excesso de gordura consumido no País também favorece o aumento do colesterol ruim e a aterosclerose, que inclui o depósito de placas de gordura nas artérias.

 

fonte:http://www.midianews.com.br/c



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Sábado, 2 de Agosto de 2014
Desvende 8 mitos sobre dieta

1· A genética determina seu corpo

A verdade: sabe a frase "Tenho tendência a engordar"? Bem, chegou a hora de absolver a genética. Os genes levam apenas 30% da culpa pelo seu peso. "Os hábitos do dia a dia, como praticar exercícios e comer de forma saudável, têm influência muito maior", diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, de São Paulo. Mais: mesmo que você tenha herdado genes de gordinhos, eles sofrem mutações ao longo do tempo - faça com que a mudança seja positiva! "Já existe um estudo do mapa genético que determina a melhor dieta e tipo de exercício", diz a nutrigeneticista Tatiana Fujii, de São Paulo. Para você, evitar o álcool pode ser mais efetivo para secar que cortar o açúcar.
 

2· Legumes e verduras crus são mais saudáveis que cozidos

A verdade: essa crença ganhou força pelo fato de que, acima de 48 ºC, algumas enzimas vegetais de legumes e verduras são desativadas. Só que boa parte dessas enzimas não é importante para nossa saúde - mas, sim, para as plantas! Além disso, de acordo com um estudo apontado pela revista americana Scientific American, são muitos os alimentos que apresentam mais benefícios quando cozidos do que quando consumidos crus. O tomate, por exemplo, tem sua quantidade de licopeno elevada ao entrar em contato com o calor, substância antioxidante ligada ao menor risco de câncer e doenças cardiovasculares. Outros ingredientes que compõem a lista são a cenoura, o espinafre, o cogumelo, o aspargo, o repolho e o pimentão - todos eles contêm mais antioxidantes quando cozidos do que se consumidos crus. Mais um motivo para colocar os vegetais na panela: o cozimento, mesmo que leve, ajuda a quebrar as paredes celulares das plantas, a celulose, o que facilita a digestão e a absorção de vitaminas. "Uma dica geral para evitar a perda de nutrientes é cozinhar os legumes com a casca, em banho-maria", diz Tatiana Fujii.


3· Ingerir carboidrato à noite engorda

A verdade: o relógio biológico de cada um funciona de uma maneira. Ou seja, de nada adianta ficar sem carboidrato após as 18 horas se seu dia vai até tarde, porque seu corpo vai precisar de energia. "O ideal é fazer a última refeição duas horas antes dedeitar, com 60% de carboidrato", diz a nutricionista Marcela Frias, da Clínica Dicorp, no Rio de Janeiro. Exemplo: 1 filé de frango com 2 conchas de grão-de-bico. E nada de pular o jantar: "O hábito leva à hipoglicemia [falta de açúcar no sangue] e prejudica o sono", diz a nutróloga Ana Vilela, da Clínica Slimform, em São Paulo.

 

4· O peso volta se você emagrece rápido

A verdade: dietas que fazem secar muito rápido assustam o organismo, que acumula tudo o que perdeu assim que você volta a comer normalmente. Solução? Invista na reeducação alimentar! Para a Organização Mundial da Saúde, o limite de perda de peso semanal aconselhável é 1,5 quilo. "Mas, claro, isso não significa que uma pessoa que perca além disso vai recuperar os quilos depois", diz Ana Vilela.


5· Pequenas refeições no dia aceleram o metabolismo

A verdade: aquele conselho de comer de três em três horas para manter o organismo a todo vapor não é regra para queimar mais calorias. Na verdade, o hábito faz seu corpo permanecer em constante fase de absorção: a insulina é liberada de maneira constante (= mais açúcar entrando nas células), o que dificulta esvaziar os estoques de gordura. Além disso, ficar restrita a pequenas refeições pode levar você a ingerir mais calorias (beliscar o dia todo dá nisso!) do que se você fizesse pelo menos uma grande refeição que a deixe saciada por mais tempo. E tudo bem se você passar algumas horas sem comer. De acordo com um estudo publicado no periódico britânico British Journal of Nutrition, o hábito não tornará seu metabolismo mais lento. Na pesquisa, voluntárias foram divididas em três grupos que passaram por períodos de jejum: o grupo 1 reduziu pela metade o número de refeições diárias; o 2 comeu apenas duas vezes por dia; enquanto o 3 continuou a ingerir a mesma quantidade de comida, mas dividida em menos refeições. Nas três situações, o metabolismo das participantes não desacelerou.


6· Comer pouco reduz o estômago - e a vontade de comer

A verdade: Em primeiro lugar, as dimensões do seu estômago não diminuem quando você deixa de comer - nem aumentam! Aquela sensação de barriga inchada quer dizer apenas que o órgão está dilatado momentaneamente. A única maneira de reduzir o tamanho do estômago (e o espaço disponível para a comida!) é por meio de cirurgia ou colocação de anel ou balão gástrico. Em segundo lugar, um órgão pequeno não é sinônimo de saciedade mais rápida: é nosso padrão alimentar que influencia a capacidade gástrica. "Pessoas obesas, por exemplo, costumam apresentar insensibilidade à saciedade, por isso comem em grandes quantidades", diz Tatiana Fujii. Quer comer menos e evitar a impressão de estômago cheio até a boca? Consuma mais fibras. Elas dão a sensação de estar satisfeita mais rapidamente e ajudam o organismo a trabalhar melhor. Inclua nas refeições frutas e hortaliças (goiaba e espinafre são opções ricas em fibras).


7· Gordura é sinônimo de algo ruim - e faz engordar

A verdade: por mais que você sonhe com uma barriga reta, os lipídios são essenciais à dieta - e na versão saudável não comprometem seu jeans skinny. "O recomendado é que de 20 a 35% das calorias ingeridas diariamente venham da gordura insaturada, relacionada a processos importantes, como armazenamento de energia, produção de hormônios, absorção de algumas vitaminas (como A, D, E e K) e fortalecimento do sistema imunológico", diz a nutricionista Gabriela Cipolla, de São Paulo. Essa gordura do bem é encontrada nas oleaginosas (castanhas, nozes), em peixes, nos óleos vegetais e em alguns grãos (como linhaça). De qual gordura você tem de fugir? Da saturada e da trans, presentes em frituras, embutidos, molhos e doces. Para quem não consegue resistir 100% do tempo (#TodasNós), coma só dois biscoitos de chocolate por dia (ou até 2% das calorias ingeridas).


8· Dieta vegetariana é melhor que carnívora

A verdade: cortar a proteína animal do cardápio ou qualquer outro grupo alimentar não é recomendado para a saúde. "Vitaminas como as do complexo B, principalmente a B12, estão presentes, sobretudo em alimentos de origem animal, assim como o ferro", diz a nutricionista Andréa Santa Rosa, membro do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, do Rio de Janeiro. Isso quer dizer que a dieta carnívora é mais saudável? Não necessariamente, mas ela é a mais indicada. Agora, se você pensa em tirar a carne do menu, a especialista recomenda o consumo de alimentos com ferro ingeridos em conjunto com fontes de vitamina C. Boas duplas: açaí com morango, mamão com aveia, mariscos com tempero de limão e salada de brócolis e agrião.
 

 

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/d



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Domingo, 6 de Julho de 2014
Veja dieta para reduzir taxa de ácido úrico

Dor articular intensa com calor e vermelhidão, principalmente no dedão do pé, é uma das principais manifestações da gota, doença que provoca inflamação nas articulações pela deposição de cristais de ácido úrico nelas. Mas você sabia que é possível controlar e até prevenir essa doença por meio da alimentação?

 

Produto final do metabolismo das purinas – elas são o resultado da quebra de aminoácidos presentes nas proteínas do organismo e nos alimentos – o ácido úrico circula no sangue, está presente nas articulações e é eliminado predominantemente pelos rins.

 

Quando há um aumento na ingestão, na produção ou na diminuição da excreção do ácido úrico que circula no sangue, ocorre a hiperuricemia – o nível limite de ácido úrico que dá início à deposição dos cristais nos tecidos é de 6,8 mg/dl.

 

Veja como é feito o exame de ácido úrico no Guia de Exames

 

A principal consequência da hiperuricemia é a gota, mas nem todas as pessoas desenvolvem a doença, apesar de terem o ácido úrico aumentado. O clínico e cardiologista Antônio Carlos Till, do Vita Check-Up Center, do Rio de Janeiro, explica que algumas condições que favorecem o aparecimento da doença são a idade, a presença de hipertensão arterial, a obesidade, o colesterol aumentado e o consumo de álcool.

 

“Além das articulações, outro órgão acometido pelo aumento do ácido úrico é o rim, que sofrerá com a formação de cálculos (a famosa pedra no rim) e com uma possível disfunção renal”, complementa Till.

 

“Trabalhos recentes têm mostrado também que o aumento do ácido úrico no sangue pode aumentar a resistência à insulina, determinando um maior risco de desenvolvimento de diabetes.”

 

As causas para a hiperuricemia podem ser de origem genética ou vir do consumo aumentado de proteínas na dieta. Alimentos como carne vermelha, peixes e crustáceos em geral, além de cerveja e bebidas ricas em frutose, contribuem para elevar os níveis de ácido úrico. Já o vinho parece ter um menor efeito nesta elevação.

 

Como a hiperuricemia, isoladamente, não produz sinais ou sintomas, manter uma dieta balanceada permanentemente é fundamental na prevenção do aparecimento da gota.

 

“Nossa dieta colabora com cerca de um terço da produção do ácido úrico, sendo o restante advindo de forma endógena hepática, ou seja, o fígado é o responsável pelos dois terços restantes”, explica a nutricionista Eliane Nardon.

 

“Uma dieta muito rica em proteína, sobretudo as de origem animal, pode levar à hiperuricemia e à gota. Bebidas gaseificadas, inclusive água, e jejuns prolongados (mais que três horas sem se alimentar) também devem ser evitados”, orienta ela.

 

Em linhas gerais, o que se recomenda é uma alimentação equilibrada, com restrição de bebidas alcoólicas e sem proteínas em excesso. Alguns alimentos são especialmente ricos em purinas (veja a galeria), como alguns peixes e frutos do mar, miúdos, algumas aves e determinados tipos de carne, que devem ser evitados por quem apresentar elevação nos níveis de ácido úrico no sangue.

 

Alimentos com teor de purinas moderado, como leguminosas, carnes, peixes e algumas verduras, só não devem ser ingeridos na fase aguda de crise de gota (veja a galeria). Já os com baixo teor de purinas são permitidos (veja a galeria). O consumo de mais de dois litros de água por dia é extremamente recomendado, pois contribui para uma maior excreção do ácido úrico.

 

“Alimentos que parecem estar relacionados a uma redução dos níveis de ácido úrico são café, vitamina C e produtos lácteos com conteúdo baixo em gordura”, acrescenta Till.

Fonte: IG


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Domingo, 18 de Maio de 2014
CUIDADO COM AS DIETAS-RELÂMPAGO

O verão é época de cair na tentação das dietas milagrosas. Cuidado.

Com o verão à porta, perder alguns quilos em poucas semanas pode ser uma tentação. Tenha atenção: a sua saúde vai agradecer-lhe por pensar a prazo. E a sua silhueta também.

Livrar-se da barriguinha para a praia está nos antípodas do que parece ser um consenso entre especialistas em gestão do pe­so: perdê-lo em pouco tempo é, além de pouco saudável, con­traproducente. «Em mais de 90 por cento dos casos de peso em excesso, é desejável que a perda seja gradual», diz o nutricio­nista José Camolas. Para o nutricionista, uma perda de peso adequada varia, geral­mente, entre um e quatro quilos por mês. «Se perder peso de forma gradual, perde proporcionalmente menos massa magra (muscular), que é o maior gastador de ca­lorias do corpo», explica. «Em dietas mui­to extremas, com perdas de peso muito rá­pidas, pode acontecer que só metade do peso perdido seja gordura, quando o dese­jável seria 85 a 90 por cento.» Existe tam­bém uma componente psicológica: «Nas dietas muito restritivas, com hábitos ali­mentares atípicos, adota-se estratégias radicais que não é possível manter a lon­go prazo. Ao parar, não se tendo criado há­bitos novos, volta-se aos antigos. Até pode perder-se muito peso, mas o mais provável é desistir, a curto prazo, e depois recupe­rá-lo todo, ou ainda mais.»

As tentativas falhadas têm um preço. «Há investigação que diz que quem vai tentando e falhando, torna cada vez mais difícil a tentativa seguinte», o que, explica José Camolas, acontece por duas razões: por um lado, «quando se recupera peso, o aumento é em massa gorda, o que favorece ainda mais a sua recuperação, pois quan­to menos massa magra temos, mais bai­xa o metabolismo basal (gasto energéti­co que garante as funções do corpo em re­pouso)»; por outro lado, «várias tentativas falhadas levam questionar a capacidade de emagrecer. Ora, a perceção de compe­tência e autoeficácia é determinante para o sucesso do emagrecimento duradouro». Pensar a longo prazo é, portanto, o primei­ro passo para se libertar do círculo vicio­so da frustração. Para o conseguir, além de consultar o médico de família, deverá se­guir boas práticas (ver caixa) e evitar erros frequentes das dietas-relâmpago.

3 HÁBITOS QUE FAVORECEM A PERDA DE PESO

» Reduzir a densidade energética da dieta. Aposte em alimentos com poucas calorias e muitos nutrientes por unidade de peso, como hortícolas (meio prato às refeições), sopa (duas a três con­chas às refeições) e fruta (duas a três peças por dia).

» Fazer, no mínimo, três refeições por dia. Uma delas deve ser o pequeno-almoço (pode beber só um copo leite ou comer fruta ou iogurte antes de sair de casa e, um pou­co mais tarde, uma refeição mais completa). Lanches a meio da manhã ou da tarde e/ou uma ceia são úteis se isso significar comer menos na refeição seguinte.

» Comer devagar. Sentir-se saciada depende, em parte, dos estímulos visuais, dos cheiros, da mastigação e do tempo de permanência da co­mida na boca. Comer devagar e saborear a comida ajuda a dosear.

ERROS FREQUENTES

 1. ABOLIR MACRONUTRIENTES

Seja pão, massa ou arroz (hidratos de carbono), proteínas (carne, peixe, ovos) ou gorduras (incluindo as saudáveis), eliminar por completo grupos alimentares é um erro. «A nutrição adequada para perda de peso, prevenção de diabetes, do colesterol e de outros problemas, não se compadece com restrições totais», diz o nutricionista. As abordagens mais bem sucedidas trabalham quantidades.

Como corrigir

«Uma aposta segura é restringir alimentos muito ricos em gordura e/ou açúcares, como doces, molhos e carnes gor­das, fritos e fast food. E atenção, esta inclui a sua versão portuguesa: me­rendas, rissóis, croquetes, empadas, chamuças…»

2. SUBSTITUIR LATICÍNIOS POR SUMOS

«Com esta troca perde-se qualidade nutricional e ganha-se calorias e açúcar. O leite é uma ótima fonte de proteína e cálcio que só faz sentido retirar em caso de alergia ou intolerância à lactose. Sumos naturais são uma boa opção, mas podem conter toda a fruta que se deve comer num dia; já os industrializados muitas vezes contêm frutose, que, adicionada em quantidades elevadas, altera muito o metabolismo. »

Como corrigir

«Os adultos precisam de duas a três porções diárias de leite ou derivados, sendo uma porção um copo de leite, um iogurte líquido, dois iogurtes sólidos, uma fatia de queijo ou 50 gramas de queijo fresco. O leite pode ser meio gordo ou magro; os queijos e iogurtes devem ser magros.»

3. NÃO AUMENTAR A ATIVIDADE FÍSICA

Quando a estética comanda a vontade de perder peso, «tem de se pensar a sério na atividade física ou corre-se o risco de flacidez», sublinha o nutricionista, referindo-se à importância do exercício para tonificar a massa muscular. Do ponto de vista da saúde, salvo situações clínicas raras, «a maioria das pessoas beneficia de, a par dos cuidados alimentares, aumentar a atividade física».

Como corrigir

«O ideal é ter a possibilidade (e vontade) de fazer um exercício estruturado, de intensidade progressiva, orientado por um profissional e que combine atividades de resistência e de força para aumentar a massa muscular. Mas subir escadas, andar mais a pé, enfim “inventar”motivos para se mexer, já ajuda a gastar energia.»

SINAIS DE ALARME

Interrompa a dieta e procure ajuda profissional se sentir…

_Défice de concentração

_Irritabilidade fácil

_Sensação de desmaio

_Queda de cabelo

_Unhas quebradiças

_Pele seca ou baça

_Falta de energia generalizada e/ou outros sintomas compa­tíveis com depressão

_Que a dieta monopoliza a sua vida (deixou de jantar com os amigos, de ir a festas, de co­mer alimentos que adora, de pensar noutras coisas

 

 

fonte:http://www.noticiasmagazine.pt/



publicado por adm às 10:48
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2014
Portugueses comem menos carne, peixe e fruta mas consomem o dobro das calorias recomendadas

A crise está a reflectir-se nos hábitos alimentares dos portugueses, com quebras no consumo de carne, peixe, vinho, cerveja, laticínios e fruta, mas o consumo per capita de calorias cifrava-se, em 2012, nas 3.963 kcal, o que corresponde a 1,6 a duas vezes o consumo diário recomendado para adultos, revelam os dados divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

De acordo com o INE, no quinquénio 2008-2012 as «disponibilidades alimentares per capita atingiram em média as 3 963 kcal», o que traduz uma subida de 2,1% face ao quinquénio 2003-2008.
Este valor «permite satisfazer as necessidades de consumo de 1,6 a 2 adultos, tendo por base o aporte  calórico médio recomendado (2 000 a 2 500 kcal)».

O INE destaca, contudo, que «a análise ao quinquénio 2008/2012 revela dois períodos marcadamente distintos: até 2010 um período de expansão caracterizado por elevadas disponibilidades alimentares e calóricas e a partir de 2010 com reduções acentuadas das disponibilidades alimentares».

Em 2012, o consumo de carne de bovino foi o mais baixo em 10 anos e o de carne de suíno atingiu um mínimo de 13 anos, o que levou a carne de aves, pela primeira vez desde de que há registos estatísticos, a garantir a principal disponibilidade de carne em Portugal».

Mais preocupante, é o facto de o consumo de frutos ter apresentado mínimos de 20 anos, o de laticínios ter o valor mais baixo em nove anos e o de peixe ter caído para mínimos de oito anos.

«Em termos médios, no período 2008-2012, verificaram-se decréscimos de 5,9 Kg de carne/hab, 3,2 Kg de pescado/hab,  7,6 l de vinho/hab (período 2009-2012) e 8,3 l de cerveja/hab, a que se juntam reduções de 4,0% nas disponibilidades  de laticínios, 10,6% nos frutos (período 2009-2012). Em contrapartida observaram-se aumentos nos cereais (+2,1%), nos hortícolas (+5,8%) e nos produtos estimulantes (café e sucedâneos, cacau e chocolate, +4%)», assinala o INE. 

«A comparação da distribuição das disponibilidades diárias per capita da Balança Alimentar Portuguesa com o padrão alimentar preconizado pela Roda dos Alimentos continuou em 2012 a evidenciar distorções, apontando para excesso de produtos alimentares dos grupos “Carne, pescado e ovos” (com tendência acentuada para decréscimo), e “Óleos e Gorduras” e défice em “Hortícolas”, “Frutos” e “Leguminosas secas”. Este desequilíbrio continua a ser potencialmente  pouco saudável, com uma predominância de proteínas de origem animal e excesso de gorduras.», sublinha o documento.

 

 

fonte:http://diariodigital.sapo.pt/n



publicado por adm às 20:43
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Domingo, 13 de Outubro de 2013
Veja 5 motivos pelos quais a maior parte das dietas falha

A maioria das pessoas associa a palavra “dieta” à privação. Uma pesquisa divulgada nesta semana, encomendada por uma companhia alimentícia do Reino Unido mostrou que duas a cada cinco pessoas que fazem dieta regularmente desistem logo nos primeiro sete dias. Além disso, apenas 20% destas conseguem seguir firme até o terceiro mês. As informações são do site Health.com.

 

Muitas pessoas também aliam as dietas à malhação na busca pela perda de peso, mas não conseguem manter a rotina a longo prazo. A solução, de acordo com a especialista em dieta e nutrição Cynthia Sass, é identificar as armadilhas e implementar estratégias para perder peso de forma sustentável. Veja 5 dicas importantes neste sentido.

 

1. Rebelião do corpo
Dietas drásticas ou muito restritas podem provocar mudanças de humor, dores de cabeça, fadiga física e mental, irritabilidade, problemas digestivos e confusão mental. Ninguém quer se sentir dessa forma, e o fato é que mudando a dieta para melhor você deveria se sentir, ao contrário: energizado, feliz e lúcido.

 

Solução: revisite sua história e tente não repetir antigos erros. Você conhece seu corpo melhor do que ninguém, ou seja, sabe exatamente o que não funciona. Na maior parte dos casos, dietas baseadas em pouquíssimas calorias ou em baixo carboidrato são as maiores culpadas.

 

Adicionar pequenos lanches entre as refeições, comer porções menores e incluir frutas ao cardápio são apenas algumas das práticas corretas a serem feitas. Embora pareça estranho, é necessário comer mais quando se quer perder peso. Isso porque restringir muito o número de calorias ingeridas pode comprometer o seu metabolismo. Para não errar, tente o equilíbrio: não coma muito, nem muito pouco.

 

2. Com fome
Sentir fome cinco minutos depois que você comeu, ou mesmo uma hora depois, não é necessário para manter suas curvas. Na verdade, a fome crônica indica que sua dieta não está balanceada, o que pode fazer com que o corpo conserve mais energia e dificulte a perda de peso.

 

Solução: inclua em sua alimentação itens que aumentam a sensação de saciedade, ricos em proteína magras (ovos orgânicos, peixe, aves, feijão e lentilha); fibras (frutas, vegetais, grãos integrais, feijão e lentilha) e gordura boa (abacate, nozes, sementes, azeite extra virgem e óleo de coco).

 

Outra boa estratégia é apostar em alimentos que possam ser ingeridos em volume maior sem trazer muitas calorias, como frutas e vegetais frescos e ricos em água; além de alimentos ricos em amido, como pipoca orgânica.

 

fonte:http://saude.terra.com.br/



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Domingo, 15 de Setembro de 2013
Dieta mediterrânica pode prevenir demência

Um estudo feito pela Escola de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, revela que seguir uma dieta mediterrânica faz bem à mente

O grupo de investigadores afirma, segundo o jornal britânico ‘Daily Mail’, que quem consome regularmente frutas, vegetais, nozes, peixe e azeite tem um menor risco de desenvolver doenças relacionadas com o avançar da idade, tais como a demência e Alzheimer.

Em nove dos 12 casos analisados, os objectos de estudo seguiam uma dieta mediterrânica, estando esta associada a um melhor desenvolvimento cognitivo, níveis mais baixos de dificuldades cognitivas e a um menor risco de aparecimento da doença de Alzheimer.

No entanto, Iliana Lourida, responsável pela investigação, que se baseou em estudos anteriores, admite que ainda é preciso aperfeiçoar algumas partes desta pesquisa, uma vez que os resultados para a fase de perda de faculdades cognitivas (antes de se ter Alzheimer ou demência) foram inconsistentes.

“A nossa avaliação revela algumas inconsistências presentes em estudos anteriores (…) Foram feitos estudos com base na observação, agora é necessário fazer um ensaio clínico randomizado controlado (método usado para testar a eficácia de uma dada abordagem terapêutica) para confirmar todas estas pesquisas”, explicou. 

fonte:http://www.sabado.pt/



publicado por adm às 19:31
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Sexta-feira, 23 de Agosto de 2013
Desvende seis mitos sobre o consumo de frutas na dieta

Quais são as frutas mais indicadas na dieta de emagrecimento? É melhor consumi-las in natura ou em sucos? Com ou sem casca? Frescas ou desidratadas? Chega de tantas dúvidas sobre esse tema! Aqui você encontrará todas as respostas. Quem responde é a Daisa Pinhal, nutricionista do Oba Hortifruti.

1. Quais são as frutas mais indicadas para o consumo em dietas de emagrecimento?
Consuma frutas ricas em água (que ajuda na hidratação do corpo) e com baixas calorias. Bons exemplos são melancia, maçã, melão e abacaxi. Além de magrinhas, elas contêm muitas fibras, que dão sensação de saciedade, auxiliando na perda de peso.

2. Quantas frutas podem ser consumidas por dia?
A recomendação é 3 porções diárias, no máximo. Mais do que isso, você poderá engordar.

3. É melhor consumir a fruta in natura ou em sucos?
Todo alimento in natura é mais indicado para a saúde, pois seus benefícios nutricionais são conservados, inclusive as fibras. Qual é a dica? Se você for preparar suco, procure usar apenas frutas, assim será possível preservar seus nutrientes. Não vale adicionar açúcar, ok!

4. É aconselhável comer frutas com ou sem casca?
O ideal é consumi-las com suas cascas, que são ricas em fibras. Elas ajudam a manter a saciedade e também contribuem para o bom funcionamento do intestino.

5. Frutas desidratadas são tão boas quanto as frescas?
As desidratadas geralmente perdem suas propriedades nutricionais, (como as vitaminas e os minerais). Mas elas mantêm as fibras. Podem ser indicadas entre uma refeição e outra, acompanhadas de água.

6. Salada de frutas tem que ser consumida no mesmo dia?
Sim. Neste caso, as frutas vão ficando desidratadas e, por isso, podem perder suas propriedades nutricionais (menos as fibras). Por isso, a recomendação é que consuma a saladinha o quanto antes. Quer uma sugestão? Olha só essa delicinha do MdeMulher:salada de frutas com molho de iogurte e hortelã. Bom demais, né!

 

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/b



publicado por adm às 01:14
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