Domingo, 15 de Setembro de 2013
Dieta mediterrânica pode prevenir demência

Um estudo feito pela Escola de Medicina da Universidade de Exeter, no Reino Unido, revela que seguir uma dieta mediterrânica faz bem à mente

O grupo de investigadores afirma, segundo o jornal britânico ‘Daily Mail’, que quem consome regularmente frutas, vegetais, nozes, peixe e azeite tem um menor risco de desenvolver doenças relacionadas com o avançar da idade, tais como a demência e Alzheimer.

Em nove dos 12 casos analisados, os objectos de estudo seguiam uma dieta mediterrânica, estando esta associada a um melhor desenvolvimento cognitivo, níveis mais baixos de dificuldades cognitivas e a um menor risco de aparecimento da doença de Alzheimer.

No entanto, Iliana Lourida, responsável pela investigação, que se baseou em estudos anteriores, admite que ainda é preciso aperfeiçoar algumas partes desta pesquisa, uma vez que os resultados para a fase de perda de faculdades cognitivas (antes de se ter Alzheimer ou demência) foram inconsistentes.

“A nossa avaliação revela algumas inconsistências presentes em estudos anteriores (…) Foram feitos estudos com base na observação, agora é necessário fazer um ensaio clínico randomizado controlado (método usado para testar a eficácia de uma dada abordagem terapêutica) para confirmar todas estas pesquisas”, explicou. 

fonte:http://www.sabado.pt/



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Sexta-feira, 23 de Agosto de 2013
Desvende seis mitos sobre o consumo de frutas na dieta

Quais são as frutas mais indicadas na dieta de emagrecimento? É melhor consumi-las in natura ou em sucos? Com ou sem casca? Frescas ou desidratadas? Chega de tantas dúvidas sobre esse tema! Aqui você encontrará todas as respostas. Quem responde é a Daisa Pinhal, nutricionista do Oba Hortifruti.

1. Quais são as frutas mais indicadas para o consumo em dietas de emagrecimento?
Consuma frutas ricas em água (que ajuda na hidratação do corpo) e com baixas calorias. Bons exemplos são melancia, maçã, melão e abacaxi. Além de magrinhas, elas contêm muitas fibras, que dão sensação de saciedade, auxiliando na perda de peso.

2. Quantas frutas podem ser consumidas por dia?
A recomendação é 3 porções diárias, no máximo. Mais do que isso, você poderá engordar.

3. É melhor consumir a fruta in natura ou em sucos?
Todo alimento in natura é mais indicado para a saúde, pois seus benefícios nutricionais são conservados, inclusive as fibras. Qual é a dica? Se você for preparar suco, procure usar apenas frutas, assim será possível preservar seus nutrientes. Não vale adicionar açúcar, ok!

4. É aconselhável comer frutas com ou sem casca?
O ideal é consumi-las com suas cascas, que são ricas em fibras. Elas ajudam a manter a saciedade e também contribuem para o bom funcionamento do intestino.

5. Frutas desidratadas são tão boas quanto as frescas?
As desidratadas geralmente perdem suas propriedades nutricionais, (como as vitaminas e os minerais). Mas elas mantêm as fibras. Podem ser indicadas entre uma refeição e outra, acompanhadas de água.

6. Salada de frutas tem que ser consumida no mesmo dia?
Sim. Neste caso, as frutas vão ficando desidratadas e, por isso, podem perder suas propriedades nutricionais (menos as fibras). Por isso, a recomendação é que consuma a saladinha o quanto antes. Quer uma sugestão? Olha só essa delicinha do MdeMulher:salada de frutas com molho de iogurte e hortelã. Bom demais, né!

 

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/b



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Quinta-feira, 22 de Agosto de 2013
Contar calorias dos alimentos pode ser inútil na dieta, diz estudo

Se você quer perder peso e vive contabilizando cada uma das calorias que ingere, repense. Isso porque, segundo especialistas, grande parte dos dados nutricionais nos rótulos se baseia na ciência do século 19. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

 

Além disso, a forma como a comida é preparada – além do metabolismo individual de cada um – podem acarretar uma enorme diferença na quantidade de calorias que realmente foi ingerida.

 

Um estudo mostrou que uma porção de amêndoas cruas, por exemplo, pode ter menos calorias do que as indicadas no rótulo; em contrapartida, a ingestão de alimentos processados e cereais açucarados pode ultrapassar o número de calorias estampada nas informações nutricionais.

 

Os pesquisadores observaram que ratos que foram alimentados com batata doce crua perderam mais do que 4 gramas, enquanto que os que receberam a mesma quantidade do alimento cozido acabaram engordando.

 

Outro problema é que mesmo quando o alimento é cozido da mesma forma, cada sistema digestivo processa de uma maneira, graças ao tipo e à abundância de bactéria no intestino. Os obesos têm um excesso de certos tipos de bactérias do intestino, tornando-os mais eficientes na absorção de calorias. 

fonte:http://saude.terra.com.br/



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Sexta-feira, 9 de Agosto de 2013
Vilões da dieta: alimentos que só parecem pouco calóricos

O que a granola, a comida japonesa, a bolacha de água e sal e os sucos naturais têm em comum? Todos parecem ser aliados da dieta, mas podem engordar - ainda mais quando consumidos de forma excessiva. "Do ponto de vista calórico, esses alimentosnão são tão inofensivos. As pessoas precisam aprender a ler melhor o rótulo dos alimentos e se informar antes de comer. Muitas pessoas não emagrecem porque fazem trocas que não valem a pena", alerta o nutrólogo Celso Cukier, do Hospital do Coração, em São Paulo.


Por ser seca e leve, muitas pessoas acham que as bolachas de água e sal e as torradas não engordam. Na verdade, lembra o médico, um pão francês equivale a 3 torradas ou 6 bolachas de água e sal. Segundo o Cukier, na dúvida, o ideal é optar por versões integrais ou com grãos. "As torradas ou bolachas integrais não só dão maior sensação de saciedade, como auxiliam no funcionamento do intestino, mas podem significar o mesmo em calorias que duas fatias de pão", pondera.

Uma porção de 100 g de granola pode ter mais de 400 calorias. "Ele contém frutas secas, cereais, açúcar e às vezes gorduras associados ao seu preparo. As pessoas não devem comer mais do que 3 colheres ao dia.

Os peixes são leves, ricos ômegas e saudáveis, mas isso não significa que a comida japonesa esteja liberada. Algumas opções podem minar a dieta de qualquer um, como por exemplo, o gyouza (200 calorias por unidade), hot holl (90 calorias por unidade) e temaki (com cream cheese, mais de 215 calorias). Já o molho shoyo, que pode até 26 calorias por colher, contém sódio em excesso - um agravante nas doenças cardiovasculares.

A aveia é ideal para ajudar no controle do colesterol e no funcionamento intestinal, mas é calórica, uma colher tem 75 calorias, portanto, deve ser consumida com moderação por quem está em dieta.

Nozes, amêndoas e castanhas são opções saudáveis para os lanchinhos intermediários durante o dia. Contém boas gorduras, minerais e antioxidantes, mas são calóricas. As pessoas devem controlar a compulsão e comer no máximo duas ou três unidades, cerca de 30 g por dia.

Também não adianta substituir o açúcar pelo mel. Sua vantagem é que não se trata de um produto industrializado. Uma colher de sopa possui cerca de 62 calorias, enquanto uma de açúcar, 100 calorias. "Apesar de ser fonte de vitaminas do complexo B, sais minerais, cálcio, ferro, fósforo, potássio, proteínas e vitamina C, o mel não deve ser consumido à vontade, pois engorda", lembra Cukier.

Engana-se também quem toma suco natural de frutas achando que as calorias são inexistentes. Pelo contrário. Um copo de suco de laranja tem 116 calorias. Entres os menos engordativos estão os de abacaxi, melão e limão.

fonte:http://exame.abril.com.br/




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Quinta-feira, 1 de Agosto de 2013
Quatro dicas para retomar a dieta após as férias de inverno

Como você passou suas férias de inverno? Comeu muitas gostosuras gordinhas, doces calóricos e bebidinhas alcoólicas? Então agora é hora de voltar à rotina alimentar. Não sabe como começar? Veja aqui quatro dicas de Mauro Takahashi,  nutricionista com Programa de Aprimoramento Profissional pela Faculdade de Medicina da UNESP e atua na área de nutrição clínica e culinária em SPAs.

• Na primeira semana, vale a pena investir em alimentos que ajudam a eliminar as toxinas do corpo. Bons exemplos são abacaxi, maçã, laranja, melancia e melão. Essas frutas são diuréticas, facilitam a digestão e são ricas em vitaminas e minerais.

•  A hidratação é muito importante no processo de desintoxicação. “Além da água, você pode consumir sucos de frutas com folhas verdes (como hortelã, couve e agrião), chás e água de coco”, aconselha o especialista. “Inclua também gengibre. É digestivo, rico em fibras e ativa o metabolismo”, completa.

• É hora de se desapegar das guloseimas engordativas que fizeram tanto sucesso nas férias. Por isso, fique longe de doces, frituras, refrigerantes (até os diet), comidas com excesso de sal (salgadinhos industrializados, embutidos e sopas prontas) e fontes de farinha refinada (pão branco, macarrão, bolos e biscoitos). Evite também carnes vermelhas, que deixam a digestão mais lenta. Bebidas com cafeína e leite também devem ficar de fora do cardápio nesta fase. “Elas podem provocar uma resposta alérgica, gerando inflamações e aumento do acúmulo de toxinas no organismo”, diz o nutricionista.

• E o que vem depois da desintoxicação? A reeducação alimentar. Nessa fase, vale a pena montar um cardápio com a consulta de um nutricionista. Faça também uma agenda alimentar. Segundo Mauro, registrar detalhadamente tudo o que consome poderá ajudá-la a identificar erros na alimentação que, muitas vezes, não são percebidos no dia a dia.

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/



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Segunda-feira, 22 de Julho de 2013
10 passos para ser mais ativo e queimar calorias

É lógico que toda vez que você estiver em movimento durante o dia, vai queimar mais colorias do que ficando apenas sentado. Mesmo se correr 8 km todas as manhãs, pode estar propenso a experimentar um lento ganho de peso, sem mencionar o pior estado para a saúde.


Pensando nisso, selecionamos aqui 10 maneiras simples para você acrescentar atividade a seu dia a dia.

1. Controle remoto - antes de entrar com o carro em casa, pare e dê três voltas andando no quarteirão. Você pode fazer o mesmo antes de sair.

2. Ataque as escadas - Diga não às escadas rolantes e aos elevadores. Suba de escadas. Ah, você trabalha em um arranha-céu? Então desça três andares antes e suba andando.

3. Quebra ao longo do dia - Dê um tempo na rotina do trabalho, quando puder para dar uma caminhada na rua, no estacionamento, nas escadas ou mesmo entre as ‘baias’ de seu serviço.

4. Durante uma semana, estacione o seu carro mais longe do que o normal em todos os lugares que você for. Seja na loja, no trabalho, no restaurante ou no shopping.

5. Faça flexões de braço, abdominais e alongamentos dinâmicos enquanto assiste TV, à noite.

6. Grave um programa de exercício e siga-o por 15 minutos, em sua sala, à noite.

7. Convença sua equipe de trabalho a realizar uma reunião a pé (caminhando)

8. Prefira encontrar um amigo para dar um passeio no parque ao invés de sair para tomar café ou assistir a um filme.

9. Compre um pedômetro e tente andar mais a cada dia, durante sete dias.

10. Deixe a cadeira desdobrável em casa - Você pode andar à margem do campo de futebol ou do ginásio enquanto seu filho está disputando uma partida.

 

fonte:http://exame.abril.com.br/




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Terça-feira, 16 de Julho de 2013
'Correr no inverno gasta 30% a mais de calorias', avisa preparadora física

Qual seria a melhor estação do ano para correr? Num país tropical como o Brasil, onde o frio não é tão rigoroso, correr pode ser mais prazeroso e o sofrimento diminui bastante. O inverno, mesmo sendo uma época em que as pessoas tendem a ficar com mais preguiça para sair da cama, é  perfeita para fazer exercícios. Além disso, a queima calórica pode aumentar em 30%.(Confira a reportagem do SporTV)

- No frio do inverno, temos uma contração maior dos músculos e nos esforçamos mais para se movimentar. Dessa forma, o corpo gasta mais calorias para poder aquecer e assim aumentar a temperatura para o bom funcionamento - disse a professora de educação física Clarice Penna.

 

Os atletas acreditam que no frio dá para 'puxar' mais no treino e o inverno se torna perfeito para praticar as atividades físicas intensas, como a corrida. O melhor horário para isso é antes das 9h ou após às 17h, onde a umidade é maior. É importante fazer um bom aquecimento e ingerir mais carboidrado para repor a energia em caso de treino longo. Não se esqueça de beber água para ficar hidratado.

- Normalmente, perdemos calor pelos tecidos expostos. Quando você vai correr na rua, por exemplo, o que fica de fora é a mão e a cabeça. Isso é importante pois o fluxo sanguíneo tende a migrar para essa região para aquecer e evitar essa perda de calor. Só que isso é prejudicial e pode causar um resfriamento da parte central do corpo e os demais órgãos - disse Clarice.

Correr no frio, então, tem que ser com muito agasalho? Não. A professora avisa que o ideal é usar trajes que aqueçam o corpo, mas que não atrapalhem a transpiração.

- Tem que tomar cuidado, principalmente com as roupas emborrachadas que podem aquecer demais o corpo e fazer o efeito contrário - encerrou.

fonte:http://globoesporte.globo.com/



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Domingo, 14 de Julho de 2013
Dietas restritivas aumentam as chances de jovens terem transtornos alimentares

Atenção, pais e mães! Práticas pouco saudáveis para o controle de peso – na infância ou na adolescência – aumentam as probabilidades de jovens desenvolveremtranstornos alimentares.

Segundo um estudo da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 31,9% de 1167 jovens observados adotaram métodos considerados nocivos à saúde para conquistarem uma barriga trincada e 12,2% mostravam sinais de distúrbios graves, como compulsão, anorexia e bulimia.

Entre os jovens que lançavam mão de alguma medida drástica para emagrecer, 20,6% pulavam refeições, 20,4% ingeriam pouca comida, 7,4% usavam substitutos alimentares, 2,1% tomavam remédios para emagrecer desnecessariamente e 1,6% fumavam cigarros para perder peso.

Como resolver esse problema? “É necessário incentivar uma alimentação sem restrição desse ou daquele tipo de comida, mas que respeite quantidades adequadas”, aponta a nutricionista Greisse Viero da Silva Leal, autora do trabalho, em entrevista à revista SAÚDE. A infância e a adolescência são épocas de aprendizado e, portanto, bons momentos para se acostumar a comer direito – o que é bem diferente de comer pouco.

Uma das formas de estimular a criançada e consumir comida saudável é oferecer pratos divertidos, fáceis de preparar e ricos em nutrientes. Olha só este especial de alimentação infantil publicado no MdeMulher. As crianças vão adorar!

fonte:http://mdemulher.abril.com.br/


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Sexta-feira, 12 de Julho de 2013
Dieta para crianças requer cuidados

Nas últimas três décadas, a obesidade infantil triplicou no país, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria. E controlar a alimentação de uma criança não é uma tarefa fácil. Na desesperada luta contra a balança, muitos pais submetem seus filhos a dietas sem nenhum acompanhamento médico. Assim, o que poderia ser a solução de um problema, pode se transformar em perigo ainda maior no  desenvolvimento dos pequenos.

Guloseimas carregadas de açúcar e gorduras são as grandes vilãs da alimentação. Mas, segundo o professor do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFMG, Paulo Pimenta, é um erro tentar impor às crianças dietas rígidas que cortam tudo que elas gostam.  “Para controlar o peso das crianças, não basta cortar o açúcar e as massas e achar que vai dar certo. Como estão em fase de desenvolvimento, elas ficam mais ávidas por esses alimentos”, conta.

Modismos como tirar do cardápio alimentos à base de trigo também podem não ser a melhor opção. “Esses alimentos fazem parte da história da sociedade. Toda cultura tem seus alimentos milenares derivados do trigo. Eles não precisam ser cortados para se ter uma dieta saudável”, afirma Paulo Pimenta. Para ele, a variação alimentar é muito benéfica e se a criança não tiver nenhuma intolerância a esses alimentos, é importante que eles sejam consumidos.

O professor ressalta que são os exageros que tornam qualquer alimento prejudicial. Segundo o Ministério da Saúde, 41,3% dos jovens comem guloseimas; 35,1% biscoitos e 33,2% refrigerantes em cinco ou mais dias na semana.  “Não considero que esses alimentos sejam uma porcaria. As crianças podem consumi-los, desde que em um horário de lazer e em pequena quantidade. Há duzentos anos, Hipócrates, pai da medicina, já alertava: se puder dar a cada indivíduo a quantidade exata, nem muito nem pouco dos nutrientes e de exercício, teremos encontrado o caminho mais seguro para a saúde”, ilustra.

Dietéticos

Já a substituição de alimentos tradicionais por light ou diet na tentativa de diminuir peso da criança nem sempre é recomendada.  Os produtos diet são aqueles que excluem algum ingrediente de sua composição, como açúcar, sódio e gorduras, geralmente em função de condições como diabetes e hipertensão. Os alimentos light, por sua vez, têm no mínimo 25% a menos de algum ingrediente ou de calorias, em comparação com a versão original.

A maior preocupação na hora de oferecer esses produtos às crianças é com relação aos adoçantes artificiais, como ciclamato, sorbitol, sacarina e aspartame, encontrados principalmente em alimentos doces como bolos, geleias, balas, biscoitos, sorvetes e iogurtes. “Apenas o médico ou nutricionista poderá orientar para a inclusão ou não desses alimentos no dia a dia das crianças”, alerta Paulo Pimenta.

Segundo ele, se a criança está acima do peso e precisa restringir calorias, uma boa saída é substituir os refrigerantes ou sucos de caixinha com açúcar, por exemplo, por sucos naturais, que não precisam ser adoçados.

Opção arriscada

Como os primeiros anos de vida de uma criança são cruciais para assegurar as bases para uma boa saúde, a dieta vegetariana pode ser um risco, por ser incompatível com as necessidades do desenvolvimento infantil.

“O uso aleatório de dietas não usuais pode causar sérios danos à saúde, como a deficiência de vitaminas e minerais nas principais funções do organismo; baixa ingestão de calorias, ocasionando um déficit de crescimento em crianças e adolescentes; além da restrição hídrica, que pode favorecer uma disfunção renal”, explica o professor.

Assim, a recomendação é para que os pais procurem apoio de uma equipe multiprofissional, composta por endocrinologista, nutricionista, dentre outros, antes de submeter os pequenos a qualquer tipo de dieta. “Para se tratar a criança obesa, por exemplo, é necessário fazer um exame de sangue completo para saber a dosagem de colesterol, de glicose, e se existe algum problema hormonal ou disfunção da tireóide”, orienta.

Mas, de acordo com o pediatra, o ideal mesmo seria um trabalho preventivo. “Ensinar a elas a importância de uma alimentação equilibrada e variada, com refeições fracionadas ao longo do dia, que garanta um crescimento e desenvolvimento saudável, será sempre a melhor alternativa”, conclui.

fonte:http://www.medicina.ufmg.br/



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Quarta-feira, 10 de Julho de 2013
Dieta sólida pode ser indicada para bebês de 4 meses com propensão ao diabetes 1, indica pesquisa

Estudo americano aponta que a inserção prematura de alimentos sólidos em bebês com histórico familiar da doença pode diminuir os riscos da doença

 

A melhor idade para introduzir alimentos sólidos na dieta de bebês com propensão genética ao diabetes tipo 1 é entre quatro e cinco meses de idade. É o que aponta um estudo publicado no periódico JAMA Pediatrics nesta semana. A indicação, no entanto, não segue a indicação da Organização Mundial de Saúde de que a amamentação seja exclusiva até os seis meses de idade. Para os pesquisadores, a amamentação concomitante (e necessária) nesse período ajuda a reduzir os riscos de desenvolver o diabetes tipo 1.


A incidência do diabetes tipo 1 vem crescendo pelo mundo, principalmente entre crianças com menos de cinco anos de idade. Por isso, a dieta na infância tem sido um foco de interesse particular entre os pesquisadores da doença. Para entender a relação, Brittni Frederiksen, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos, e equipe analisaram a associação entre a exposição alimentar e o desenvolvimento do diabetes tipo 1.

Para o estudo, foram triados sangues do cordão umbilical de neonatais no Hospital St. Joseph, em Denver. Também participaram do levantamento, parentes de primeiro grau de pessoas com diabetes 1. Descobriu-se que, tanto a exposição precoce (menos de quatro meses de idade) quanto a tardia (com seis meses ou mais) a alimentos sólidos estavam associadas com a doença. “Nossos dados sugerem que múltiplos alimentos e antígenos têm um papel, e que é complexa a relação entre o tipo de alimento e quando ele é inserido na dieta do bebê com os riscos para o diabetes tipo 1”, afirmam os autores.

De acordo com os pesquisadores, os resultados apontam que o período mais seguro para a introdução dos alimentos sólidos na dieta de bebês é entre os quatro e cinco meses de idade. Esses alimentos, no entanto, devem ser inseridos junto à amamentação, para, assim, reduzir os riscos em crianças geneticamente suscetíveis à doença. “Os dados ainda precisam ser duplicados em um número maior de participantes para sua confirmação.”

 

fonte:http://veja.abril.com.br/n




publicado por adm às 23:16
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